Religião, algo que a maioria das pessoas tem como base para definir seus pensamentos, virtudes e preconceitos. Desde o início da civilização, antes mesmo do cristianismo, as pessoas crêem em algo, como um ser maior, que deu origem a todas as coisas do universo.
Maria das Graças, é uma mulher já na faixa dos quarenta anos, mãe de 2 filhos, e casado com José, um matrimônio de quase 30 anos. Sempre foi muito recatada, vivendo à sombra do marido. Católica, sempre foi muito religiosa. Passava a maior parte do tempo na igreja, rezando, e ajudando a instituição, como ministrar aulas de catequese, e ate mesmo serviços domésticos, como a limpeza do recinto. Maria sempre teve amizade por todas as devotas da igreja, geralmente formada por mulheres idosas ou de meia idade.
Certo dia, o padre que administrava a paróquia onde Maria frequentava acabou falecendo devido a complicações de câncer de esôfago. Mas logo trataram de arrumar outro padre para ministrar as missas da igreja. Tratava-se de um padre muito bem apessoado, que aparentava ter acabado de entrar na casa dos trinta anos, pele clara, barba por fazer, mas de certa forma muito bem feita, e de um físico aparentemente invejável. Pe. Aurélio como era conhecido, e todos o adoravam. Era bastante atencioso com os fiéis e muito devoto de sua igreja. Embora fosse padre, muitas mulheres, e mesmo alguns homens o achavam bastante sedutor. Seu jeito meigo, seu carinho, e a atenção que dava a todos acabaram conquistando todos os fiéis da igreja.
Maria das Graças era uma das que acabaram se rendendo aos encantos do padre. Assistia a missa observando atentamente aquele homem misterioso, de ar puro, e ao mesmo tempo muito sedutor. Todos iam à missa não por causa da devoção em Deus, mas sim pelos encantos do padre. Maria observava a tudo que o padre fazia, imaginando coisas por muitas vezes pecaminosas, o que fazia com que ela se aproximasse ainda mais da igreja para pedir perdão, mas na verdade tudo não passava de uma desculpa para poder ver o padre mais vezes.
Chegara o dia de todos os fiéis irem ao confessionário, para se livrar de seus pecados e rever seus erros e acertos. Maria havia caprichado no visual. Vestiu um vestido justo, preto, com um generoso decote. O vestido era curto o suficiente para deixar parte de suas pernas à mostra. Calçava um sapato preto de salto que havia ganhado de presente anos atrás, mas que nunca havia usado antes. Ajeitou o cabelo, abusou da maquiagem, e literalmente tomou um banho de perfume. Chegou à igreja, e topou com uma fila enorme. Foi à última a ir ao confessionário. Chagando lá, sentou-se numa poltrona, e ficou frente a frente com o padre, que havia tomado conta de seus pensamentos e desejos. Ela não conseguia pensar em mais nada. Só pensava nele, imaginava a figura daquele homem completamente nu, possuindo por completo seu corpo, e a chamando de sua. Por vezes, se torturava, imaginando quão longe havia chegado, e no pecado que estava cometendo imaginando tal absurdo. Pensava em suas filhas, no seu marido autoritário, e em sua vida, mas nada conseguia tirá-lo de sua cabeça.
Seu corpo tremia ao sentir seu objeto de desejo tão próximo de si. Sentia seu cheiro, observava seus braços, suas mãos, sua boca, seu olhar, sua voz, e o jeito com que ele falava e se expressava. Mal conseguia confessar, pois seu pecado maior se diz respeito ao próprio padre. Ele, percebendo que a mulher estava bastante incomodada, perguntou a ela o que a afligia tanto. Ela simplesmente o olhou fixamente nos olhos, pesou duas vezes, mas não pode se contiver, e logo disparou: “você”! Ele, arregalando os olhos, e bastante curioso, quis saber o que a incomodava tanto em relação a ele. Ela já não conseguinte se segurar falou que o achava bastante atraente, e que embora não quisesse, não conseguia parar de pensar em sua pessoa. Ele, sem reação, apenas lhe falou que não podia sentir tais sentimentos por alguém que havia entregado a alma e o corpo à instituição religiosa, e que tal ato era abominado por Deus. Mas Maria estava tão obcecada por seus desejos e fantasias que mal ouviu o que o padre lhe havia dito, e como que por impulso, levantou-se de sua poltrona, curvou-se a frente dele, e o beijou. Ele tentou resistir, afastando a mulher de si, mas ela estava agindo como que por puro instinto, e logo começou a passar as mãos sobre ele, acariciando seus braços, seu peito, seu ventre, chegando as partes íntimas do sacerdote. Ele tentava relutar, mas a altura da situação já não conseguia mais brigar com a mulher, apenas brigava com ele mesmo, para não se deixar cair na tentação. Mas nada consegue deter o poder da tentação carnal, e o padre acabou cedendo as insinuações da mulher. Apenas ficou parado esperando cada ação dela, que o beijava, e o despia desejosamente.
Ele, já completamente nu, não conseguia esconder seu desejo, e acabou ficando excitado. Ela colocava as mãos dele sobre seus seios, sobre sua vagina, e dizia coisas sujas para ele, algo que nunca havia feito antes. Logo começou a masturbá-lo e a fazer sexo oral no sedutor padre. Nunca havia tido muitas experiências em relação a isso, mas com ele, ela não sentia pudor algum. Lambia, e engolia o pênis do padre por completo, chupando e engolindo seus testículos, enquanto deslizava suas mãos na barriga dele. Ele estava paralisado, e embora estivesse adorando a situação em que se encontrava, não sabia como reagir. Ela o deitou na mesa do confessionário, e subiu por cima dele, sentando no colo do padre, fazendo com que o pênis dele afundasse por completo em sua vagina! Ele soltou um grito, ela começou a gemer enquanto pulava e rebolava por cima do pobre, e assustado padre. Hmmm... Ele nunca havia sentido tanto prazer na vida. Logo a situação tomou conta, e ele já bem mais desinibido, apalpava os seios dela, que saltava sobre ele. Ficaram assim por um bom tempo, quando ela resolveu ficar de quatro, e mandou com que ele a penetrasse forte. Assim o fez, alternando por leves, mas violentas palmadas nas nádegas da mulher. O cheiro de sexo, a energia pecaminosa tomou conta do confessionário, e o pecado carnal invadiu por completo a santidade da igreja.
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Olá meus queridos, sou Babe Gorgeous, hoje é 19 de agosto de 2009, dia do meu aniversário, e resolvi postar meu primeiro conto baseado numa história real. Minha é claro... Como já devem saber, nunca fui santo. Sou uma pessoa cheia de vícios, incertezas e descontrole, dentre elas, sexo! Sou um ninfomaníaco de primeira. Capaz de tudo, e a favor de toda forma de prazer, desde que todas as pessoas envolvidas estejam de acordo, é claro. Tive várias dúvidas quanto ao estilo de conto que contaria sobre mim. Algo mais romântico, brutal... Mas nunca me arrependi de ter feito de tudo um pouco. Seres humanos são muito maleáveis, curiosos, e adaptáveis...
Dentre todos que estiveram entre minhas pernas, um em especial foi escolhido para ser o coadjuvante do meu conto. Não por razões sentimentais, mas sim por ter me dado a primeira experiência de como é fazer sexo com mais de uma pessoa. Ele é casado, pai de dois filhos, e não muito bonito... Mas é uma grande pessoa, muito carinhoso, mas acima de tudo safado! Já esta na casa dos trinta, isso explica sua desenvoltura na hora do ato. Já havia ficado com ele algumas vezes. Sempre foi muito bom, e não tinha nada do que reclamar, até que um dia ele me fez uma surpresa que me deixou ainda mais admirado por sua pessoa.
Estava em casa tranquilamente fuçando na internet como faço de costume quando recebi um telefonema. Era ele, com sua voz grave perguntando como eu estava, e querendo sair comigo, e como de costume topei na hora! Não recuso uma proposta como essa. Marcamos de ele me pegar uma rua acima da minha casa. Cheguei ao local do encontro cerca de 10 minutos atrasado. Ele estava a bordo de seu carro, com suas janelas pretas fechadas, obstruindo qualquer visão do interior do veículo. Abri a porta, me acomodei no banco, abri um sorriso levemente malicioso, e o cumprimentei. Percebi algo estranho, olhei para o banco de trás, e me deparei com um rapaz muito vistoso, mas visivelmente desconcertado com minha presença. “O casado”, como gosto de chamá-lo, me perguntou se eu toparia sair com ele também. Claro que a princípio levei um susto, mas olhando o rapaz dos pés a cabeça e acabei gostando da idéia. Fomos para um motel próximo. Entramos no quarto, o casado logo começou a se despir e foi para a ducha. O jovem rapaz, apesar de envergonhado, me despia com os olhos. Eu apenas andava pelo quarto de motel conversando com o casado fingindo ignorar a atenção do rapaz por mim.
Logo o casado veio ate mim, e começamos a nos beijar. Ele começou a me despir, enquanto roçava seu enorme pênis no meu corpo. O pobre rapaz apenas observava a tudo, como se estivesse vendo uma sessão de filme pornô. O casado me virou de costas para ele e começou a esfregar seu pênis na minha bunda, me envolvendo pela cintura com seus braços fortes. Aquela pele morena, contrastando com minha pele bastante clara, faziam com que meu corpo ficasse mais em evidência. O jovem rapaz já começando a entrar no clima, se despiu e começou a se masturbar. Embora estivesse envolvido nos braços do homem casado, minha atenção era toda voltada para o jovem rapaz. Adorei ver a cara dele olhando meu corpo, adorei vê-lo o quão posso desnortear alguém apenas com o poder do sexo. Nada me faz sentir mais poderoso que a sedução. Fazia questão de olhá-lo com uma cara de puto, sorrindo, e olhando fixamente nos seus olhos, penetrando na sua imaginação, e tomando conta de sua atenção e desejo.
O casado olhou para mim, e perguntou se o pobre rapaz também não poderá participar da festa. “Claro”, disse eu indo diretamente à direção dele. O jovem não conseguia desviar seus olhos de mim. Cada passo que eu dava em sua direção, fazia com que eu tivesse cada vez mais controle sobre ele. Percebi que ele estava bastante nervoso, embora essa também fosse minha primeira vez com mais de uma pessoa. Mas tenho bastante desenvoltura nesse quesito, e a vista, parecia já bastante experiente no assunto. Aproximei-me, e comecei a beijá-lo, acariciando levemente seu tórax malhado. Logo deslizei minha mão até seu pênis, e comecei a masturbá-lo. Ele respirava ofegante mente, pude sentir ate as batidas de seu coração. Acomodando-me na cama onde ele estava deitado, comecei a beijar sua barriga, ate chegar a seu pênis, onde comecei a fazer sexo oral, tudo sob o olhar atento do casado que se masturbava e me chamava de nomes esdrúxulos como vadio, vagabundo, e ordinário.
Geralmente me chamam de rei do sexo oral. Não porque sou fissurado nisso, mas porque recebo elogios sempre que faço. A técnica é bem simples: você deve variar a velocidade com que engole o membro masculino, massageando-o com a língua, ao mesmo tempo em que explora outros locais do sexo genital, como testículos e a glande, vulgarmente chamada de “cabeça do pênis”.
O pobre rapaz já não se agüentava mais de prazer, assim como o casado, que me pôs de “quatro”, e começou a morder minhas nádegas, e lamber meu ânus com tanta veracidade que quase me fez gozar. Eu gritava, e gemia enquanto chupava o rapaz, e era explorado por trás pelo homem casado, que em seguida levantou-se e pediu para que eu fizesse sexo oral nele também. Assim fiz, observando aqueles dois machos me dominando e me possuindo. Sentia-me como um astro do pornô. Aquele cheiro de sexo, suor forte com odor de homem, esperma, tudo me fazia sentir ainda mais excitado.
O casado então vestiu um preservativo e avisou que me penetraria. Passou um gel lubrificante no meu ânus, enfiando seus dedos, ao mesmo tempo em que passou em seu pênis, me colocou de quatro e começou a empurrar aquele enorme membro para dentro de mim. Senti aquela dor aguda no inicia, mas logo relaxei e a dor passou. Gemia enquanto fazia sexo oral no rapaz que batia levemente no meu rosto me xingando. Estava bem submisso e vulgar, mas quem disse que vulgaridade e submissão são algo ruim?
Ficamos naquela posição durante uns dez minutos. Meu corpo transpirava, exalando um doce aroma do creme Dolce&Gabanna que eu usava. O casado batia nas minhas nádegas a deixando completamente vermelha. Depois ele saiu, dando lugar ao jovem rapaz que já não se agüentava de tanto tezão. Ele vestiu o preservativo, meio desajeitado, se lambuzou de gel lubrificante, e me lambuzou, mostrando o quanto era inexperiente se comparado ao homem casado. Dessa vez quis mudar de posição. Deitei-me na cama, coloquei um travesseiro sob minha cabeça, e abri minhas pernas. O jovem se colocou entre minhas pernas, e me penetrou d’uma vez! Soltei um grito, mas não senti tanta dor, afinal o casado já me havia “despregado” antes. O rapaz começou a me penetrar enquanto eu comecei a fazer sexo oral no casado mais uma vez. Adorei ver a cara de tezão do pobre rapaz a cada estocada que me dava. Sentia seu pênis entrando e saindo de mim cada vez mais forte, me sentia um puto completo. Olhava para seu abdômen definido se contraindo, aquelas mãos enormes segurando firmemente minhas pernas, enquanto lambia e engolia o enorme pênis do homem casado, que aproveitava e o esfregava na minha cara. Eu me contorcia todo, gemendo e pedindo para que eles acabassem comigo! Assim o fizeram, e tudo aquilo mais parecia uma sessão de filmes de hard sex, ou simplesmente um estupro. Aquilo durou por mais uns vinte minutos, quando nós três, já exaustos não conseguimos mais segurar o gozo. Mandei que os dois gozassem na minha cara. Gozando na minha cara, esfregaram seus pênis no meu rosto me sujando ainda mais, enquanto eu me masturbava ate que acabei gozando também. Fomos para o banheiro, e tomamos o banho juntos, um na minha frente e outro atrás, roçando e me possuindo mais uma vez... Daí para frente, nem Deus sabia onde tudo aquilo iria chegar...
xoxo;
Babe Gorgeous
domingo, 9 de agosto de 2009
Fábio é um jovem de 27 anos, pai de uma garota de apenas 3 anos. Ele é casado com Mariza, 2 anos mais velha que ele. O casal se conheceu há 5 anos atrás numa boate na cidade onde moram. Foi atração logo a primeira vista, e logo começaram a namorar.
Durante todo tempo em que esteve juntos, Mariza foi muito aberta com ele. Sempre falou de seus problemas, segredos e fantasias. Ela sempre foi uma moça muito ativa principalmente em relação ao sexo. Experiências com homens diferentes, em diferentes lugares, e diversas posições. Ela também já havia ficado com outras mulheres, e sempre afirmou que nenhum outro homem lhe dá prazer como uma mulher o faz.
Fábio sempre foi mais recatado que sua esposa. Sempre manteve relações sexuais apenas com suas namoradas, e nunca havia diversificado nada em relação ao sexo. Mas 5 anos haviam se passado desde que iniciaram o relacionamento, e Mariza estava cansada da monotonia de sua vida. Ela resolveu conversar com o marido, e depois de muita insistência, Fábio resolveu ceder à vontade da mulher, e concordou tentar algo de inovador. Ela logo propôs várias alternativas, mas ele estava receoso e não topou que sua esposa ficasse com outro homem. Então ela fez a seguinte proposta: os dois sairiam com outra mulher, e como todo homem que se preze, ele concordou.
Tudo ficou por conta de Mariza que se encarregou de achar a moça ideal, lugar e o dia certo. Após várias procuras em sites de relacionamento, acabou achando melhor contratar uma garota de programa, afinal seu marido não tinha nenhuma experiência em relação à isso, então precisava de alguém com desenvoltura para lidar com a situação.
O encontro foi marcado no próprio flat da garota de programa que se identificava como Janaína. Fábio estava bastante nervoso, afinal nunca havia ficado com duas mulheres ao mesmo tempo, ao contrário de sua esposa que já se encontrava bastante a vontade com a moça. Após uma breve conversa as duas já começaram a se entrosar. Beijaram-se calorosamente, alisando uma o corpo da outra, enquanto ele observava tudo. Mariza logo despiu a moça e começou a beijar e a lamber os seios dela. Passava a língua por todo o seio, enquanto deslizava seus dedos sobre a vagina da garota de programa. Fábio começou a se masturbar assistindo a sena que mais parecia ter saído de algum filme pornográfico.
Janaína em posição genital pedia e implorava para ser possuída. Mariza penetrava seu dedo cada vez mais forte na vagina da moça. Nesse meio tempo, Fábio levantou-se e pediu para que a garota de programa fizesse sexo oral nele. Mariza completamente tomada por suas vontades e luxúria, propôs algo que jamais seu marido havia pensado em fazer. Ela vestiu um consolo na cintura, deitou-se e pediu para que a garota de programa sentasse por cima dela. Fábio assustado, mas ao mesmo tempo muito excitado, ouviu de sua esposa a coisa mais inusitada de sua vida. Ela havia pedido que ele penetrasse a garota de programa pelo ânus enquanto ela a penetrava pela vagina, uma dupla penetração. Inexperiente ele penetrou vagarosamente na moça que gemia de prazer, pedindo para ser abusada e falando palavras de baixo escalão. , logo uma energia pecaminosa, mas de puro prazer tomou conta da situação, que só terminou depois de várias posições diferentes, e novas sensações.
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Michele é uma moça de apenas 25 anos, universitária, que divide apartamento com uma amiga. Sua família, do interior, quase não a vê, e a moça precisa se virar sozinha. Sempre muito independente Michele trabalha como secretária para poder se bancar e bancar seus estudos.
Quase não mantém contato com sua amiga, que trabalham num turno diferente do seu, então acaba passando a maior parte do tempo sozinha. Muito caseira, ela prefere passar horas assistindo televisão ou no computador que sair. Mas apesar da aparência tranqüilidade, a moça esconde vários segredos que nunca ninguém sabia...
Terça feira, 18h30min, Michele chega do trabalho, vai ao seu quarto, e vai direto ao banheiro tomar um banho. Lá, a bela moça fica durante algum tempo, se ensaboando, e relaxando de seu dia cansativo. A bela ruiva de corpo escultural passa certo tempo de seu banho, se acariciando, passando as mãos em seus seios, seu ventre, suas pernas, ate chegar a sua vagina, onde gosto de introduzir seu dedo lubrificado com sabonete líquido, explorando cada parte de seu corpo.
20 minutos depois, Michele se dirige para o seu quarto, abre a porta do guarda roupas, escolhe um lingerie, se lambuza de creme e deita em sua cama para ler. Deitada em sua cama, a moça começa a fugir com seus pensamentos e já não tem nenhuma atenção em seu livro, apenas começou a pensar num monte de coisas que poderia ou pode acontecer em sua vida, em seus namorados e amores.
Dentre todos os pensamentos da moça, o que mais lhe prendia era seus romances, sobretudo seus affear momentâneos. Esses eram os melhores. Esses breves homens que passaram por sua vida lhe serviram apenas para sexo. Michele adora pensar, como foi, o que poderia acontecer, cenários diferentes, e começa numa deliciosa viagem pelo seu próprio corpo e pensamento. A bela começa tocando levemente seus braços, o que a leva aos seus primeiros arrepios, acariciando levemente, ate chegar ao rosto, onde chupa um dedo, e com a outra mão inicia uma delicada sessão de carícias em seus seios. Nesse momento o pensamento da moça vai longe, imaginando como estaria e o que sentiria com um homem ao seu lado naquele determinado momento. Começa a lembrar do cheiro de macho sobre ela, os braços fortes e imponentes, aquela voz grave exaurindo testosterona.
A bela ruiva gosta quando se lambuze ia toda, com óleo hidratante, aquele cheiro agradável no ar deixa ela apenas mais excitada. “Apenas ela para ela mesma”, esse era seu lema, pois apenas ela sabia onde lhe convinha tocar, quais segredos escondiam seu corpo, e ate onde isso poderia chegar. Nada melhor como conhecer seu corpo e mergulhar em pleno prazer se satisfazendo imaginando mil e uma coisas, Michele sabe bem como é isso. Acariciava todo seu corpo gemendo, se contorcendo em cima da cama, quase que implorando para ser possuída por alguém. Claro, que a moça sabe que ajuda é sempre bem vinda, então é dona de vários modelos de consoles onde ajuda ela a chegar ao momento máximo de prazer. Michele penetra suavemente o console em sua vagina, penetrando junto com ele seu dedo, tocando nas mais varias partes íntimas que ninguém jamais tocou. Começando por movimentos leves e suaves, para depois partir para estocadas mais rápidas e violentas. A bela também gosta de introduzir um de seus dedos enquanto se penetra com o console, e grita! Geme de prazer se contorcendo, transformada toda a energia do lugar em sexo.
Durante horas ela fica ali, se descobrindo, viajando em fantasias que ela cria, e mergulhando num gozo que jamais sente em nenhum outro momento. Tudo acaba quando ela já não consegue mais agüentar e desiste de segurar seu gozo. Terminando exausta, aos gritos, sentindo sensações que jamais alguém saberá como é. Nada como se satisfizer...
terça-feira, 28 de julho de 2009
Ricardo é um jovem de 25 anos. Moreno claro, alto, porte másculo, um homem bastante atraente. Sempre teve bastantes amigos. Namorada já perdeu as contas de quantas. É um jovem bastante feliz. Adora se divertir com amigos. E embora gostasse de gozar da vida, Ricardo também era um moço muito esforçado e trabalhador. Trabalha com softwares de computadores, e ganha razoavelmente bem para alguém de sua idade.
Todos seus amigos viviam lhe procurando, devido sua boa situação financeira. Ricardo já possui carro próprio, mora sozinho, e é completamente independente. Costuma sair todo final de semana com seus amigos para boates, e bares.
Certo dia, seu chefe lhe chamou em sua sala e avisou que ele teria de ir representar a empresa fora do país. Ricardo adorou a idéia, pois teria a oportunidade de viajar e conhecer um país que nunca havia ido. Mas em parte achou ruim, pois teria que ficar mais de um mês fora. Mas mesmo assim topou ir. Embarcou para a Holanda tendo consciência que só voltaria depois de algum tempo. A viajem foi tranqüila apesar de cansativa. Por motivos profissionais Ricardo mal pode conhecer direito o país holandês. Ficou lá durante um período de 45 dias, e finalmente pode voltar ao seu país.
Ricardo foi recepcionado no aeroporto pelos seus amigos e familiares mais próximos. Foram direto para seu apartamento onde comemoraram seu retorno. No outro dia, sentia uma leve dor no estômago devido à bebedeira da noite anterior. Mas também estava sentindo-se muito estranho. Sensações fortes, e um inexplicável tezão. Em parte sabia o porquê, afinal durante toda a viajem não havia tido um contato sexual. Acordou como se tivesse tomado várias cápsulas de estimulantes sexuais. Mas na verdade era apenas seu próprio hormônio deixando-o louco. Bonito e esperto como era logo resolveu dar um jeito nessa situação. Ligou para todas as ficante que conhecia, e todas que poderia sair com ele, mas nenhuma aceitou assim tão facilmente. Mulheres precisam ser estimuladas para toparem fazer sexo, e na sua situação Ricardo não tinha nenhuma paciência de esperar por isso. Então resolveu fazer algo que jamais havia feito antes em sua vida. Pegou um classificado, listou cada acompanhante que havia, e resolveu contratar uma profissional da área. Muito acanhado, Ricardo ligou para três que lhe interessou. Mas acabou fechando acordo com uma loira, conhecida como Annita.
Chegado à hora do encontro, Ricardo aguardava ansiosamente pelo seu primeiro encontro com uma garota de programa. Havia arrumado e limpado todo apartamento, para que a moça não tivesse uma má impressão de sua pessoa. De repente a campainha toca, ele da uma rápida retocada no visual, e vai atender a porta bastante nervoso. Ele se deparou com uma moça realmente muito bonita. Pele bem cuidada, toda produzida, vestido de grife, cabelos bem tratados, seios siliconados e uma voz que parecia surreal de tão sensual. Ele a convida para entrar e sentar-se, ela entra no recinto, olha rapidamente para o recinto, e o encara dos pés a cabeça. Ela senta-se no sofá, e cruza as pernas educadamente, mas com uma leve áurea de audaciosa. Ela pergunta como foi o dia dele, e os dois começam uma agradável conversa interrompida pela ansiedade e o nervosismo do rapaz. Ele mal via a hora de despi-la completamente e possuir seu corpo.
Então ela pergunta para mostrar-lhe seu quarto, e o rapaz animando-se com a idéia a leva ate seu quarto. Ela, entrando no quarto do rapaz, logo pergunta se ele tinha alguma fantasia ou algo que queria em especial. Ele apenas disse que não tinha nada de especial, que na verdade nunca havia saído com uma garota de programa antes, e que não fazia idéia de como seria. Ela apenas sorriu, e pediu a ele que relaxasse. Colocando a taça de vinho sobre a escrivaninha, a moça pede para que ele tirasse a camisa e deitasse de bruços na cama. Assim fez, ela então subindo por cima dele, acomodou-se sobre ele e começou a fazer uma massagem em suas costas. Sua delicada mão de pele macia fazia com que o rapaz arrepiasse completamente. Ela beijava levemente sua costa, passando a língua, ao mesmo tempo em que respirava ofegante mente sobre a pele molhada do rapaz que quase morria de prazer. Virando-o de frente a ela, começa a beijar sei tórax, descendo ate a barriga do rapaz. Ele apenas respirava fundo, enquanto seu pênis quase estourava sua calça tamanha a empolgação do rapaz. Ela aproveitava, passava a mão, e beijava levemente. Ele alisava seus seios, e olhava para ela lambendo seu pênis. Ele se sentia no céu.
Logo, não conseguindo se contiver, colocou a moça de quatro na cama, e mandou que ela lhe empinasse a bunda para que ele pudesse ver tudo. Mirando seu pênis na vagina da mulher, esfregava sobre ela toda. Deslizava seu pênis pelo ânus dela, descendo ate a vagina onde num movimento rápido e inesperado deslizou para dentro da moça. Ela soltou um grito, enquanto ele a penetrava cada vez mais forte e violentamente. Segurava nos seios dela, lábia o pescoço, enquanto com o outro braço a abraçou pela cintura para que ela não lhe escapasse. Ela mandava que ele a penetrasse cada vez mais forte, e falava palavrões para ele. Parecia um casal de animais selvagens acasalando tamanha a violência e empolgação por parte dele. Trocaram mais duas vezes de posição, continuando com o mesmo ritmo, quando ele finalmente não agüentou, tirou o preservativo e gozou sobre a cara dela. Nunca ele havia tratado uma mulher assim com tamanha violência, mas ela gostou. As mulheres, independente de estarem recebendo para isso, adoram ser tratadas com violência durante o ato sexual. Se sentem mais fêmeas...
A moça então, se arrumou e pegou sua grana que haviam acertado. Avisou a ele, que qualquer coisa ligasse para ela. Falou que gostou muito de seu desprendimento para o sexo, mas na verdade gostou mais, pois não se tratava daqueles já conhecidos clientes que havia de suportar, já de idade avançada, aproveitando ao máximo os poucos dias que lhe restam de vida. Ricardo se despediu da moça e foi tomar seu banho, pensando no real motivo de a profissão mais antiga do mundo ate hoje dar certo...
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Cidades interioranas geralmente são pacatas, com estilo próprio, onde todos se conhecem. Geralmente coisas diferentes, muitas vezes não são bem vindas ou são vistas com olhares estranhos. Foi assim quando Elvira chegou a Paonia, uma cidade com menos de 3 mil habitantes situada entre as montanhas do estado de Colorado nos Estados Unidos. Tratava-se de uma moça de uma personalidade muito forte, com estilo próprio e uma mente muito mais aberta se comparado aos moradores da pequena cidade.
Era uma tarde de um dia agradável e frio do outono. Elvira chega a bordo de seu jaguar antigo, mas muito bem conservado da cor preta. Nele, há bastantes acessórios estranhos como algemas, morceguinhos de borracha, esqueletos e duendes espalhados e pendurados por todo o automóvel. Ouvindo Guns N’ Roses no volume mais alto possível, a bela mulher de pele estonteantemente clara e cabelos compridos e preto azulado chega chamando a atenção de todos. Ela estaciona seu carro na praça principal da cidade, e todos olham para a bela moça de beleza exótica. Seu vestido, comprido, mas que exibia um decote generoso fazia com que toda a atenção masculina esteja voltada para ela.
Em seguida, Elvira foi à procura do endereço onde havia alugado um antigo casarão. Ela precisava de ajuda, pois se tratava de um casarão antigo, e precisava de uma reforma urgente. Acabou tendo que convocar todo profissional que achava. Muitos não podiam ir, ou inventava alguma mentira para não ir. A recém chegada já era bastante mal vista nas ruas. Para uma sociedade tão conservadora, ter alguém como ela próximo é um risco a moral e aos bons costumes... Invejada pelas mulheres, e cobiçada entre os homens. Para sua sorte, acabou fazendo amizade com um grupo de jovens que viviam presos ao modo de vida que levavam, vendo ela como ícone.
Chegando ao casarão da moça, os jovens ficaram assustados, mas muito excitados com o estilo bastante peculiar dela. Imóveis antigos em estilo gótico, cortinas antigas espalhadas pela casa, velas acesas, aquele cheiro de mofo antigo, velas e etc. faziam com que a atmosfera do lugar se tornasse ainda mais estranha. Eles de inicio sentiram certo receio da estranha mulher, mas logo perceberam que na verdade ela era uma pessoa boa, e divertida, uma mulher espontânea e com um estilo próprio, características admiradas pela juventude de hoje. Começaram a conversar enquanto comiam bolinhos feitos por Elvira, que dizia ser uma culinária de muitos anos, passada de geração a geração. Logo os jovens acabaram se abrindo para ela, falando o quanto eram controlados pelos pais e sociedades. Contaram seus segredos e suas vontades. Nunca haviam feito sexo, ou ao menos a uma boate. Elvira dava abertura para eles falarem o que quisessem, mas como sempre, a polêmica girou em torno de sexo. A bela e sinistra moça ouvia a todas as histórias, fetiches e tirava toda dúvida existente entre eles. Nunca haviam tido conversa assim com alguém antes.
Elvira, querendo despertar a libido dos jovens perguntou se haviam visto alguém nu antes. Todos disseram que não. Então, agindo naturalmente Elvira tira sua roupa, peça por peça. Os inexperientes jovens ficaram de boca aberta com a ousadia dela. Mas gostaram. Ela pergunta a eles o que acharam. Todos riram, embaraçosos, mas depois encheram a bela moça de elogios. Ela, completamente desinibida por estar nua pediu a eles que apalpassem seu corpo. Eles por sua vez, olharam-se estranhamente assustados com o pedido inusitado da mulher, mas logo atenderam ao pedido. Os garotos, mais salientes acariciavam seus voluptuosos seios, suas nádegas milimetricamente desenhada. As moças admiradas com seu corpo olhavam admirando e desejando ser igual. Mas logo a pretensão de Elvira foi logo entendida. De repente os olhares das moças se voltaram para os rapazes, eufóricos com a mulher nua, e com a liberdade que nunca haviam tido. Como que guiados por instintos, os jovens começaram a ficar uns com os outros, como se tivessem sidos possuídos pela magia da moça, que conseguia fazer com que todos revelassem seu verdadeiro eu. Os rapazes logo se esqueceram dela, e começaram a ficar com as moças, ainda muito inibidas, mas com hormônios a mil! Elvira se retira sorrateiramente e começou a observar cada um presente ali. Ria e se divertia com o lado animal que cada um demonstrava. Todos acabaram nus também, beijando-se, acariciando-se e transformando o lugar numa selva. As moças começaram a fazer sexo oral nos rapazes, enquanto outros penetravam as parceiras espalhados pela enorme sala do casarão. Homens ficando com homens, mulher com mulher, todos ficando com todos. O que havia acontecido com aqueles imaturos e ingênuos jovens? Elvira apenas acompanhava com o olhar a cada movimento deles, e se masturbava olhando a euforia de cada um. Tudo aquilo durou horas, ate que todos estivessem saciados. Tudo acabou com risadas e brincadeiras entre eles. Acabaram entendendo então, que apenas precisavam de compreensão e poder fazer certas coisas na vida que tem vontade. Elvira havia dado isso a eles, em troca apenas pediu que ajudassem a arrumar o casarão, afinal, depois deste dia, não há melhor lugar na cidade para esses jovens que estar ao lado de Elvira.
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Todos nós temos personalidades diferentes uns dos outros. Mas claro, que de certo modo somos bem parecidos. Nós geralmente nos dividimos em grupos. Sejam por questões religiosas, culturais, raça, sexualidade, ou mesmo coisas mais simples como música. Morgana é uma jovem moça de 20 anos, com atitude e gosto ainda desconhecido para muitos. Sempre gostou muito de música. Adora ouvir rock pesado, e cultuar magias negras e ocultismo. Ela vive com seus amigos, todos iguais a ela, nos gostos e no modo de se vestir. A maioria com moicanos na cabeça, piercings, tatuagens, e roupas pretas todas rasgadas.
Eles adoram freqüentar lugares aonde ninguém vai. São pouco sociáveis então preferem lugares mais isolados. Certa noite, Morgana estava acompanhada de uma amiga mais três amigos, e resolveram passar toda a noite juntos bebendo e fumando. Foram para um cemitério que havia nas redondezas da cidade onde moravam. Chegando lá, escolheram um túmulo para repousar e organizar as coisas. Escolheram o túmulo mais distante que havia, longe dos olhares de funcionários e da segurança local.
Começaram a beber vinho, tocar violão, e conversar. Depois de certo tempo, todos já estavam meio bêbados e começaram a falar sobre coisas mais íntimas como sexo, fantasias e medos. Alterada, Morgana acabou confessando aos amigos que teria coragem de tranzar com cadáveres, e pessoas do mesmo sexo. Seus amigos também acabaram revelando desejos que nunca haviam contado. Logo, a amiga de Morgana propôs jogar o jogo da verdade, onde se usa um objeto de duas pontas para indicar duas pessoas que irão se confessar. Começaram o jogo, e os primeiros a serem indicados foi amiga de Morgana, e outro amigo dela. A conseqüência? Ela pediu para que ele mordesse seus mamilos. Ele aproximou-se da moça, levantou sua blusa, e começou a mordê-los, lambendo todo o mamilo da bela moça. Ela soltou um leve gemido, e trataram de se conter. Rodou de novo. Dessa vez os indicados foram Morgana e outro amigo dela. Como conseqüência, seu amigo pediu para que deixasse tocar sua vagina. Ela riu, teve seu momento de raiva súbita, mas logo gostou do atrevimento do rapaz. Então, sentada no chão, abriu as pernas, levantou sua saia deixando sua meia sinta liga a mostra e deslizou seus suaves dedos levemente em sua vagina, e afastou sua calcinha desnudando-se. Olhou fixamente para o rapaz e mandou que ele penetrasse seus dedos nela. Ele olhou para ela, abriu um sorriso ordinário, chupou os dedos, e com os dedos mergulhados em saliva penetrou-os na vagina da moça. Começou a estocar enquanto que com as outras mãos segurava um de seus seios. Os outros espantados com a empolgação do casal apenas olhavam. Morgana gemia toda, se contorcendo e já toda desconfigurada. Sua amiga, mais levada que os demais começou a beijar outro garoto sentado ao seu lado, o outro que sobrou, começou a passar as mãos na perna da moça. Logo começaram aquele jogo de luxúria, onde todos são de todos. Morgana já deitada sobre o túmulo começou a fazer sexo oral no rapaz, enquanto outro levantou, colocou um preservativo e se posicionando entre as pernas da moça, começou a penetrá-la. Sua amiga já estava sentada no colo de outro rapaz, gritando e pressionando as mãos dele sobre seus seios.
Apesar do risco de ser flagrado, o grupo continuou com aquela brincadeira durante horas. Morgana já entusiasmada resolveu partir para a dupla penetração. Gritava de dor e prazer sentindo aqueles dois machos se apossando de seu corpo, um atrás, outro na frente, e ela sendo envolvida em meio aquele cheiro de sexo, testosterona, poeira e toda aquela áurea fúnebre que tomava conta do local. Sua amiga já havia feito todas as posições possíveis com o rapaz. Ficaram nisso durante mais algum tempo, terminando exaustos. Logo se assustaram com uma luz que foi vista logo à frente. Mas se tratava apenas do zelador do cemitério, que nem viu o grupo de baderneiros. Passado o susto ficaram ali mais algumas horas bebendo, e terminando os assuntos que haviam interrompido.

