Realização de um sonho.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

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Fred é um jovem rapaz de 25 anos, que sempre foi obcecado por filmes pornográficos. Possui diversos DVDs, com suas atrizes preferidas. Seu quarto é um verdadeiro painel, cheio de pôsteres, filmes, bonecos, e brinquedos eróticos.
Certo dia, estava navegando na internet, e entrou no site de uma produtora de filmes adultos, e lá viu que estavam abertas vagas para trabalhar no casting da produtora. Ele ficou empolgadíssimo com a notícia, pois sempre foi fã, imagina agora poder trabalha com o que mais tem paixão, e ainda poder conhecer, intimamente, as atrizes pornôs que tanto habitavam seus pensamentos? Então, ele preencheu a ficha de inscrição, mandou algumas fotos e torceu para que dê tudo certo.
Semanas se passaram, e Fred já havia até esquecido disso, pois não confiava que tudo iria dar certo, e que aquilo não passava de um sonho. Mas quando abriu seus e-mails, recebeu um susto! Havia um e-mail da produtora pelo qual havia se inscrito, dizendo que havia se interessado pelo rapaz. Bastava fazer alguns testes, e assinar alguns contratos e ele já estaria dentro do casting da produtora! Fred ficou hiper feliz com a notícia, pois não ligava para o que as pessoas pensavam a respeito disso. Apenas queria conhecer seus ídolos, e trabalhar com o que gosta.
No dia marcado, Fred foi ate a sede da produtora, e deu entrada para a contratação. Tudo certo, então foi marcado seu primeiro dia de gravação. Mas os produtores do filme, nem disseram com quem ele iria atuar, apenas disseram que se tratava de alguém bastante famoso no meio, e que tinha experiência suficiente para deixá-lo a vontade.
Chegado o dia da gravação, Fred nem havia dormido direito de tão nervoso que ficou. Chegou ao hotel, onde seria gravado o filme, conversou com o produtor, o diretor, tomou uma taça de vinho para se sentir mais confortável, mas o mistério sobre com quem ele iria atuar, continuava. Ela, a grande estrela do filme, ainda não havia chegado, então todos se preparavam enquanto aguardavam a chegada dela. Logo, alguém ligou avisando que ela havia chegado ao prédio e já estava subindo. O coração de Fred batia a mil por hora, tamanho era seu nervosismo. Então ele ouviu um barulho na porta, e era ela chegando. Quando ela entrou, ele levou o maior susto! Tratava-se de uma atriz que ele sempre gostou. Possuía pôsteres dela, e tudo que havia seu nome. Ela chegou toda poderosa, num vestido preto, justo, e bastante curto. Com um decote imenso que fazia seus seios siliconados saltar para fora. Seu cabelo, comprido e loiro balançava, seu cheiro doce e suave tomou conta do ambiente, fazendo com que todos os olhares se virassem para ela.
Fred estava muito nervoso, ela foi cumprimentá-lo, mas ele nem deu conta de responder direito. Alguns minutos depois, todos já estavam prontos para começar a gravar. Na história, Fred fazia o papel de um motorista, que depois iria ser seduzido pela passageira, a grande atriz pornô. Durante a gravação, ele estava muito nervoso, mas conseguiu interpretar direito. Até que chegou a sena em que finalmente, ela o atacava literalmente. Os dois estavam no banco de trás da limusine, começaram a se beijar. Ela deslizava sua mão por todo o corpo dele, tirando sua roupa aos poucos. Então a estrela pornô começou a fazer sexo oral nele, como se aquilo fosse o que ela fazia de melhor! Ela deslizava sua língua por todo o pênis do rapaz, engolindo, e fazendo Fred delirar. Apesar de nervoso, ele se concentrava apenas nela. Apalpando seus seios, mordendo-os, e esfregando seu pênis na cara dela, e a chamando de vadia. O diretor ficou perplexo com a destreza do rapaz, mas deixou-os fluírem. Ele dava tapas na cara dela, enquanto ela pressionava seu pênis entre seus seios, dando leves lambidas na glande.
Na próxima sena, eles se deitaram no banco, de lado, ela a sua frente, enquanto ele a penetrava. Ele a envolveu em seus braços e a penetrava fundo, enquanto lambuzava o ouvido da moça, e dizendo coisas escrotas. Ficaram assim durante alguns minutos, então foram para a sena externa, onde ele a jogava no capú do carro e começaram uma deliciosa sena de sexo pesado com muita gritaria. Ficaram assim por bons momentos, até que ele não agüentou mais e avisou que iria gozar. Então, todos voltaram às câmeras para a cara da moça, e Fred colocou seu pênis na boca dela, e começou a masturbar-se. Ela chupava e lambia seu pênis com gula, até que ele soltou um grito, e logo em seguida jorrou um jato direto na boca da atriz, que se lambuzava toda, engolindo aquilo, adorando tudo isso.

Segurando o emprego...

domingo, 18 de outubro de 2009

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Patrícia é uma moça de 28 anos, formada em Administração de Empresas, e trabalha como consultora de uma agência de sua cidade. Loira, pele clara, bem vestida, é uma mulher que acaba atraindo muitos olhares para si. Sempre foi muito assediada tanto pelos funcionários da empresa, quanto pelos clientes.
Com o passar do tempo, com a nova crise mundial, a empresa sofreu um colapso. Dívidas acumuladas, lucros não muito grandes, acarretando no quase fechamento da empresa. O chefe acabou demitindo vários funcionários, e a cabeça de Patrícia estava cotada na lista.
Mas o mais temido por Patrícia havia acontecido. Ela havia acabado de saber que seu chefe a convocou para que comparecesse a sala dele para uma reunião. E com certeza era sobre isso, e a moça sabia exatamente como agir em casos assim.
Nervosa mas de mente fria, Patrícia primeiro foi a sua sala, retocou a maquiagem, borrifou mais um pouco de seu perfume em si, ajeitou a vestimenta, e seguiu em direção a sala de seu chefe. Bateu na porta, e seu chefe a convidou para entrar. Patrícia olhou confiante, olhava fixamente para seu chefe com um olhar malicioso, e um breve sorriso que surgia entre seus lábios. Sentou-se na cadeira, e cruzou as pernas, fazendo com que a cena parecesse uma em que a atriz Sharon Stone cruza sua perna no filme Instinto Selvagem. Seu chefe, como todo homem, já direcionou sua atenção a beleza da moça, olhava para aquelas belas pernas desejando-as, e possuindo-as apenas com o olhar. Ela por sua vez, perguntou a ele o que ele queria para com ela, e ele muito sem graça começou a falar sobre as crises que a empresa estava passando. Nesse meio tempo, Patrícia havia cruzado e descruzado as pernas várias vezes, ajeitando seu decote, e mexendo de leve em seu cabelo, agindo como se estava desconfortada, mas tudo não passava de um truque para se exibir mais e mais.
Seu chefe estava completamente fissurado nela, e não conseguia disfarçar seu incomodo. Transpirava, e gaguejava enquanto falava. Patrícia o tinha nas mãos, e já estava na hora de tomar conta por completo da situação.
Ela o interrompeu dizendo: “O que é preciso para que eu não perca meu emprego?”. Seu chefe espantando, mas já entendendo a pretensão da moça, abriu um sorriso cafajeste, molhou seus lábios com a língua, e pediu que ela se despisse. A moça apenas sorriu, levantou-se da cadeira, desabotoou sua blusa, depois tirou sua saia, e ficou apenas de lingerie. “Quer que eu tire o resto?” disse a moça. Seu chefe apenas balançou a cabeça dizendo que sim. Então, ela desabotoou o sutiã, e tirou sua calçinha, ficando completamente nua na frente de seu chefe.
Ele levantou de sua cadeira, olhou para todo o corpo dela, e pediu para que ela desse uma volta, para que ele pudesse vê-la por completo. Então se aproximou dela, e começou a alisar seus seios com seus dedos, descendo até o ventre, chegando até a vagina da moça, onde ele molhou seus dedos na boca dela, e penetrou a vagina dela com seus dedos molhados de saliva. Logo ele começou a beijá-la, beijando seu pescoço, lambendo-a, enquanto com a outra mão, apertava o bumbum de Patrícia com força. Ele retirou seu pênis pra fora, e mandou que ela chupasse.
Patrícia engolia por completo o pênis de seu chefe, enquanto alisava seus testículos com a ponta dos dedos. Ele a segurava pelo cabelo, chamando-a de nomes promíscuos. Então ela mandou que ele a penetrasse fundo. Ele vestiu a camisinha, molhou um pouco seu pênis e a vagina dela com sua saliva, deitou a moça em sua mesa, abriu as pernas dela, e meteu com força! Ela abriu um grito, enquanto ele bombava dentro dela, segurando seus seios e dizendo nomes sujos a moça. Depois de certo tempo, ele pediu para penetrá-la no ânus. Ela então levantou suas pernas e disse que teria de ser devagar. Ele então encostou a cabeça de seu pênis na entrada de seu ânus, e foi pressionando vagarosamente seu pênis para dentro. Uma dor aguda fazia com que Patrícia gemesse de dor e prazer, mas ela estava determinada! Ele foi enfiando até que todo o corpo do pênis deslizou para dentro do ânus dela. Então a dor cessou, e ele começou a penetrá-la com força outra vez. Só parou quando viu que ia gozar, retirou seu pênis do ânus dela, retirou a camisinha e disse para Patrícia chupar ate que ele gozasse em sua boca. Assim ela fez, engolindo todo o gozo de seu chefe. No outro dia, Patrícia soube que seu contrato ainda estava válido para mais um ano.
Garota esperta é outra coisa...

Brincando com a diferença.

domingo, 4 de outubro de 2009

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A grande maioria das pessoas acaba sentindo sertã discriminação com as coisas que não são habituais no seu mundo. Seja pelo modo de viver, o modo de se vestir, pensar, ou mesmo físico. Mas na maioria das vezes é o que nos fascina e acaba tomando conta de nossa curiosidade.
Lorena é uma dessas típicas garotas que acaba julgando as pessoas pelo que lhe mostra diferente. Por ser uma garota bonita, popular e ter uma vida social agitada, sempre se achou superior ou acima das demais.
Certa noite, ela e suas amigas saíram para procurar alguma boate à noite. Como se trata de uma figura muito baladeira, Lorena e suas amigas já conheciam quase todas as boates que havia em sua cidade. E como nunca haviam ido a uma boate GLS, então optaram pela boate do gênero mais famosa da cidade. Ela chegou à boate com seu comboio de amigas bem vestidas, gostosas, chamando a atenção de todos que estavam no local. Embora houvesse alguns homens no local, a maioria era homossexual, e os que não eram pouco lhe interessavam. Então acabaram esquecendo isso, e começaram a dançar. Dançaram a noite toda ao som de música pop e eletrônica. Finalmente deu 5 da manhã, e Lorena e suas amigas concordaram em ir embora. Como Lorena era a única que morava num setor longe das demais, acabou ficando sozinha a espera de um táxi.
A moça ficou lá, esperando que algum táxi aparecesse quando foi abordada por um travesti que também queria um. Ela meio receosa, não puxou assunto com a travesti, mas não parava de olhar para a ela. De fato, era uma travesti muito bonita. Morena, cabelos negros e lisos, maquiagem bem feita que deixava seus enormes olhos cor de bem destacados no seu rosto. Mesmo não parecendo muito uma mulher, era uma figura bastante feminina.
Lorena a olhava tanto que a travesti acabou perguntando a ela o que havia de errado. Assustada, Lorena apenas lhe disse que a achava muito bonita, e que nunca havia tido a oportunidade de ver um homem vestido de mulher assim tão de perto. Mesmo achando estranho, a travesti agradeceu delicadamente ao elogio e começou a puxar conversa com a moça. Seu nome era Luana. Elas acabaram descobrindo que moravam muito perto uma da outra, então resolveram pegar o mesmo táxi.
Já a bordo do táxi, as duas conversavam sobre experiências e de como a vida era difícil, e Lorena acabou ficando fascinada com a coragem e força de vontade que Luana levava sua vida. Achou incrível o fato de mesmo com um mundo preconceituoso como este, havia pessoa igual a ela que não ligava para opiniões alheias, e eram o que gostariam de ser, independente do que a sociedade achava. Logo partiram para um assunto mais íntimo, e Luana acabou revelando seus truques com os homens, e de suas experiências, dentre elas, com mulheres. Lorena ficou fascinada de como seria fazer sexo com uma pessoa que embora fosse homem, agia e se sentia uma mulher. E sem delongas Luana convidou a moça para terminar a noite em seu apartamento para ver se iria gostar ou não de tal experiência. Lorena ficou meio chocada com o convite, mas que mal há nisso? Afinal, embora seja uma figura bastante feminina, se trata de um homem.
Desembarcaram do táxi, e subiram em direção ao apartamento de Luana, conversando sobre os mais variados assuntos. O apartamento de Luana era simples, mas muito confortável. Lorena achou incrível ver esse lado feminino num homem, pois nunca havia visitado um lugar tão organizado e limpo quanto este. Nem mesmo suas amigas eram tão cuidadosas. Lorena já se sentia a vontade, e sentou-se no sofá da sala de estar da travesti. Luana pegou dois copos de vinho tinto, e sentou-se ao lado da moça, e começaram um delicioso papo sobre homens e de como eles são idiotas e previsíveis em relação ao sexo. Lorena soltava gargalhada com as revelações feita por Luana.
Logo um clima mais pesado começou a pairar no ar. Sabe aqueles arrepios e calafrios quando sentimos que alguma coisa proibida, mas agradável irá acontecer? Lorena acabou ficando mais quieta, meio que tímida, percebendo que algo estava muito estranho ali. Quando de repente sentiu os dedos delicados da travesti no seu queixo, e olhando para ela viu que Luana olhava fixamente nos seus olhando abrindo um amigável sorriso. Lorena retribuiu o sorriso, e as duas começaram a se beijar. Lorena nunca havia tido tal sensação antes. Era estranho, pois sentia que não estava beijando nem uma mulher e nem um homem, mas alguém muito especial e diferente de tudo que havia visto antes. Luana era delicada, mas ao mesmo tempo forte e direta como o homem. Elas beijavam-se ardentemente se despiam uma a outra. Lorena achou lindos os pequenos seios de Luana, aquele corpo que fugia dos padrões, meio mulher, meio homem, e sentia tudo magnífico e incrivelmente sensual. Luana, retirando por completo o vestido vintage de Lorena, começou a beijá-la vagarosamente, alisando o corpo dela com suas unhas pintadas de um esmalte tom vermelho vivo. Com a boca, Luana foi retirando vagarosamente a calcinha de Lorena, e logo começou a passar sua língua suavemente sobre a vagina da moça. Com suas unhas grandes, Luana deslizava suas unhas por toda a vagina de Lorena, suavemente, ate introduzir todo seu dedo no canal vaginal da moça, enquanto lambia e esfregava sua língua no clitóris dela. Lorena gemia, sentindo o maior prazer que havia sentido em toda sua vida.
Não satisfeita, Luana introduzia outro dedo no ânus da moça, passando cada vez mais, a fazer movimentos mais rápidos e violentos nela. Depois Lorena levantou-se e começou a beijar os seios de Luana, passando a linda por toda a aréola da travesti, e retirando o pênis dela para fora da calcinha. Mesmo sem graça, Luana deixou que Lorena pegasse e fizesse o que quisesse com seu pênis, coisa que não deixava acontecer com nenhum homem. Então Lorena começou a fazer sexo oral na travesti, com tal proeza e vontade que nunca havia feito com homem algum. A travesti se contorcia toda, sentindo aquela boca suave de mulher engolindo todo seu membro sexual. Então, já bem desenvolta Lorena ficou de quatro e pediu que Luana a penetrasse.
Meio receosa Luana levou algum tempo para se acostumar com aquilo, mas como estavam em busca de novas sensações e oportunidades, Luana pegou um preservativo, vestiu, e meio atrapalhada, penetrou a vagina de Lorena. As duas então começaram uma gostosa sessão de gemidos que ecoaram por todo o apartamento e além dele. De repente tudo no mundo girava apenas em torno delas. Logo as duas se soltaram, e Luana dava leves palmadas nas nádegas de Lorena, enquanto Lorena a chamava de cachorra e gostosa. Tudo terminou depois de horas de pura diversão, exaustas, mas rindo a toa. Terminaram esse momento delicioso tomando um chá, assistindo programas de fofocas e fazendo manicure, uma na outra.

Gozando na mata.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

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Pâmela é uma jovem moça, cursando o curso de biologia numa universidade conceituada de onde mora. Sempre foi muito apaixonada pelo meio ambiente, trabalhando em prol da preservação das matas e salvação de espécies raras da flora e fauna. Ela está passando por vários processos de estágio, mas dessa vez é algo mais complicado, pois terá que fazer uma pesquisa num parque ambiental a 500 km de onde mora.
Ela pegou o avião e voou para a cidade mais próxima do parque. De lá, alugou um Jipe e seguiu adiante. Chegou já de tardezinha, achou estranho não ver nenhum guarda, ou alguém da administração do parque para conseguir autorização para sua entrada, mas resolveu entrar mesmo assim. Achou um campo, uma área aberta, já usada para acampamento de turistas e etc., e resolveu montar sua barraca de acampamento lá mesmo. Passando litros de repelente na pele, Pâmela foi dormir, pois o dia anterior teria que catalogar várias espécies de plantas e animais diferentes.
No dia seguinte, logo de manhã, a moça acordou bastante animada, curiosa pelo que poderia encontrar pela frente. Sob um calor infernal, Pâmela optou somente por uma mini blusa, que deixava toda sua barriga a mostra, um short jeans, e sua bota própria para caminhar em terreno arenoso. Pegou seus materiais e tudo que poderia precisar pela frente, e caminhou em direção a mata. Era uma floresta linda, com várias espécies de plantas, rios, cachoeiras, cavernas e animais exóticos. Ela conseguiu catalogar algumas espécies raras, e estava bastante contente com seu feito.
Pâmela seguia em direção a uma caverna na esperança de encontrar algumas espécies como morcegos, quando viu uma movimentação na mata. Bastante assustada, ela pelou um punhal que carregava ta tentativa de se defender de algum animal perigoso, ou algum indígena. Mas ficou aliviada ao ver que eram apenas guardas florestais. Havia quatro homens, devidamente fardados, que faziam patrulha na mata para ver se alguém estava danificando o local, ou mesmo transportando drogas ou armas. Perguntaram a moça o que ela fazia ali, e se tinha algum documento que permitira sua entrada no parque. Ela explicou sua situação, e disse que havia chegado à tarde anterior, mas que não havia ninguém no parque para poder se identificar. Sem documentação que pudesse permitir sua estadia no parque, os guardas pediram para que a moça se retirasse do local, pois era um parque ecológico protegido por lei, e toda e qualquer pessoa que entrasse ali teria que ter algum tipo de autorização.
Aquilo foi como o fim para a bióloga, que estava bastante animada com sua pesquisa. Chegou a implorar para os guardas a deixarem no parque, mas em vão. Os guardas não aceitaram nenhuma desculpa da moça, pedindo que ela se retirasse. Desesperada, Pâmela apelou para o modo mais fácil e prático de persuadir qualquer homem: sexo.
Desabotoou sua pequena blusa, ficando apenas de biquíni, pressionou seus fartos seios um contra o outro, e disse que estava disposta a fazer qualquer coisa para que eles a deixassem terminar sua pesquisa.
Como todo homem que se preze, os guardas ficaram loucos ao ver uma ninfeta como aquela se oferecendo daquela maneira. Mesmo o capitão do grupo não conseguiu se conter, e disse a ela que poderia ficar ate no outro dia em troca de alguns minutos de diversão. O capitão então se aproximou da moça e começou a alisar seus mamilos. Ela começou a sussurrar que sempre teve tezão em guardas e que estava louca para ser devorada por todos! Logo todos os quatro seguranças cercaram a bióloga roçando e se esfregando na sedutora ninfeta, quase que como uma sena de estupro! Ela, ardente e fogosa, pedia para que a tratassem como uma vadia, mas que fossem carinhosos com ela, e que não a machucassem.
E lá estava ela, sozinha, no meio de uma floresta, completamente indefesa, sendo praticamente devorada por quatro homens que não viam uma mulher nua há algum tempo! Pâmela então começou a fazer sexo oral em todos de uma vez, engolindo e lambendo cada um, sentindo e vendo todos os pênis de tamanho e formas variadas. Eles esfregavam seus pênis na cara da moça, cada um se revezando para sentir a boca macia da jovem bióloga. Eles então quiseram penetrá-la, e o capitão sendo o chefe, quis ser o primeiro. Deitando a moça na grama, abriu s penas dela, e enfiou seu pênis fortemente na vagina dela, que gemia, enquanto chupava os outros guardas. Aquele cheiro de macho havia tomado conta por completo de seu corpo. O capitão metia o mais rápido e forte que conseguia, as pernas da moça estavam ate trêmulas. Eles perguntaram a ela se ela toparia fazer dupla penetração, mas a moça disse que nunca havia feito sexo anal com medo da dor, mas que se quisessem, ela toparia fazer dupla penetração, mas em sua vagina! Animados, o comandante mandou que um deles ficasse por baixo da moça e a penetrasse, enquanto ele, por cima, a penetraria junto. Assim o fizeram. Pâmela gritava e gemia sentindo aqueles dois pênis enormes dentro de sua pequena vagina, ainda tendo que se desdobrar para oferecer prazer aos outros dois guardas que esfregavam e enfiavam seu pênis dentro de sua delicada boca.
Pâmela estava no seu limite e pedia para que eles fossem breves. Embora a moça estivesse com pressa, eles estavam completamente alucinados e querendo devorá-la a qualquer custo. Então o capitão e o outro guarda que a penetravam, se retiraram dela para masturbar-se, gozando na cara dela. Os outros dois aproveitaram para finalmente penetrá-la, na mesma posição. Eles a seguravam forte, metendo na pobre moça, que exausta abria sua boca para que o capitão e o outro guarda gozassem em sua boca. Logo os outros dois que a penetravam, se retiraram também, para que pudessem gozar na boca da bióloga.
Nunca Pâmela havia feito tal proeza, e embora estivesse se sentindo violentada, achou ótima a experiência. Terminou toda suja de gozo, com aquele cheiro forte de macho sobre sua pele, e exausta. Mas no fim da história, acabara valendo a pena, pois a moça pode ficar mais no parque, e aproveitar a bela paisagens, e homens, que a natureza pode oferecer.

Esposa pula a cerca!

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

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Sergio e Luana são casados há 5 anos. Ele é advogado, ela enfermeira. Sempre foram muito felizes com sua vida de casados. Claro que como todo casal, existem as típicas briguinhas, mas que só servem para apimentar a relação. Sexualmente, o casal leva uma vida bem aberta. Adoram renovar e experimentar coisas novas. Adoram maratonas sexuais, posições diferentes e novas emoções como se aventurar em lugares públicos, correndo risco de serem pegos. Mas tudo isso é um caso a parte...
Era noite de sábado, o casal acabara de voltar de uma festa de um amigo de Sergio. Levemente alterados, pois haviam tomado champanhe além da conta, chegaram a seu apartamento, rindo e se insinuando um para o outro. Beijavam-se vulgarmente, alisavam-se, e falavam frases sujas e insinuosas. Sergio arremessou Luana no sofá da sala de estar, e subiu por cima dela, beijando-a, e despindo a mulher enquanto roçava-se todo, ofegante, e violentamente. Ele retira por completo o vestido de sua esposa, deixando-a apenas vestida por lingerie. Começa a beijá-la por completo, passando a língua no corpo da mulher, que se arrepiava toda a cada fungada de seu marido sobre sua pele. Logo começa uma deliciosa sessão de lambidas no seio da mulher, esfregando, babando, e chupando o mamilo e auréola de Luana que estava louca, tamanho o tezão sentido pela moça. Ao mesmo tempo em que se deliciava com os seios fartos dela, Sergio penetrava seus dedos na vagina da mulher, ainda vestida com lingerie, embora já estivesse toda desarrumada. Ele enfiava cada vez mais profundo seus dedos no órgão genital dela, enquanto ela gritava e lutava para despir seu marido. Desabotoando a camisa dele, Luana começou a arranhá-lo com suas unhas grandes, pintadas com um esmalte vermelho vivo.
O casal estava tão envolvido em seu momento de luxúria que acabou esquecendo completamente do primo de Sergio que estava hospedado em sua casa. Trata-se de um rapaz jovem, de 24 anos de idade, vistoso. Seu nome é Bruno.
Já era meia noite, quando Bruno resolveu sair do quarto de hóspedes para tomar água, quando se deparou com seu primo tranzando com sua esposa. Sua primeira reação foi o susto! O jovem ficou parado, estático, assistindo a sena assustado. Mas após alguns minutos, o tezão já havia tomado conto do jovem também, que começou a se masturbar assistindo a essa pesada sessão de sexo.
A poucos metros dali, o casal estavam completamente tomados pela luxúria. Luana fazia sexo oral em seu marido, o lambendo, e arranhando a barriga dele, enquanto ele a segurava pela cabeça, fazendo com que ela engolisse por completo seu pênis. Então, ele se deitou no tapete da sala e pediu para que ela subisse por cima dele, e sentasse no seu colo para uma deliciosa “cavalgada”. Assim ela o fez ainda de lingerie, toda desconfigurada, sentando d’uma vez no colo dele, fazendo com que o pênis de seu marido entrasse por completo em sua vagina. Logo começou a rebolar, pular, e gemer, enquanto seu parido pegava em seus seios, enfiava seus dedos em sua boca, a chamando de vagabunda e piranha. Tudo sob o olhar de Bruno, que se masturbava louco de tezão.
Passados poucos minutos, Luana flagrou o jovem rapaz. A princípio ficou receosa, ele assustado e envergonhado, mas depois de um breve período de tempo, ela relaxou e começou a cavalgar por cima de seu marido mais rápido e com mais vontade, mas dessa vez não por causa de seu marido, mas sim para se exibir para o rapaz que olhava para ela a desejando mais que tudo! Sergio acabou percebendo a atenção de sua mulher voltada para outro lugar e viu seu primo. Bruno se vestiu na hora e saiu correndo para dentro de seu quarto. Chegando lá, acabou levando um susto, pois Luana o seguiu, já sua, cheirando a sexo. Ela o sentou na cama, abriu o zíper de sua calça e começou a chupá-lo. A mulher estava completamente possuída! O rapaz ainda tentou resistir, em respeito a seu primo, mas foi surpreendido pelo próprio primo que chegou ao quarto, nu, se posicionou atrás dela, e a penetrou violentamente!
Lá estava ela, sendo devorada por dois homens se sentindo a mulher mais vagabunda do mundo. Fazendo sexo oral no primo de seu marido, enquanto era penetrada pelo próprio, que batia em suas nádegas, dizendo-lhe coisas sujas. Bruno já se deixava levar pela situação, e apenas deixava que ela lhe chupasse. Luana passava a língua na glande do pênis do rapaz, deslizando por todo corpo do pênis dele, chegando até os testículos onde lambia, e engolia-os por completo. Sergio, seu marido, a penetrava cada vez mais rápido e mais forte, com uma mão dando-lhe palmadas, e com a outra penetrava um de seus dedos no ânus da mulher. Toda aquela sessão de orgia só terminou quando os três acabaram sujos e lambuzados. Luana fez questão de que Bruno gozasse dentro de sua boca, enquanto seu marido encharcou sua vagina com seu gozo farto. Ela terminou se masturbando, sendo que poucos minutos depois acabou atingindo o orgasmo, sendo assistida por Sergio e Bruno, que alisavam seu corpo admirando aquela bela mulher, que escondia uma personalidade maliciosa e devassa.

Encontro via internet.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

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Viviane é uma moça de apenas 19 anos, estudante, e que adora viver a vida ao seu estilo. É uma garota muito vaidosa. Bonita, tem pele clara, olhos esverdeados, cabelos loiros, seios volumosos e muito delicados. Adora exibir suas várias tatuagens espalhadas pelo corpo. Ela é uma dessas típicas pessoas que passam horas diante ao computador, teclando com gente desconhecida, e conhecendo novas pessoas, de diferentes lugares.
Safada, adora se exibir em webcam. A garota passa o dia quase que todo, conversando com homens e mulheres, que pedem para que a moça tira sua roupa diante da câmera. Mas Viviane adora fazer isso, e quase nunca recusa a um pedido de algum de seus contatos.
Embora fosse bastante ousada em se despir para estranhos na internet, ela nunca havia de fato conhecido alguém. Nunca havia marcando um encontro, ou mesmo falado por telefone com um de seus contatos. Até que um dia ela conheceu Carlos, um homem de 32 anos, bem apessoado, e aparentemente culto. Não se tratava de nenhum de seus outros contatos que só pensavam em sexo, com Carlos, Viviane passou a ter conversas mais sérias, como se fossem amigos. Embora houvesse intimidade entre eles, a dupla se sentia incomodada porque de fato nunca haviam se conhecido. Ele mora em uma cidade a 100 km da cidade de onde moras Viviane, então puderam marcar um encontro.
Eles combinaram de marcar o encontro num dia de sábado, numa tarde ensolarada de setembro no centro da cidade onde mora Viviane. O lugar escolhido foi uma cafeteria que havia na avenida principal da cidade. Ela se arrumou toda para essa empreitada. Cabelos feitos, unhas pintadas, maquiagem, e muito perfume no corpo todo. Ela se dirigiu ao encontro, chegando lá em torno de 15 minutos atrasada. Viviane estava bastante nervosa, mas não poderia perder a pose. Logo que chegou, conseguiu identificá-lo, devido às fotos que havia visto dele. O homem em questão realmente era muito bonito. Barba por fazer, postura de homem sério, e muito bem vestido. Ela se aproximou da mesa, onde ele estava sentado, e perguntou: “Você que é o Carlos?”. Ele, meio que assustado, abriu um sorriso e respondeu que sim. Então convidou ela para se sentar junto a ele, e chamou um garçom, pedindo um café, e o cardápio. Ele estava visivelmente atraído pela beleza da moça. Ela por sua vez, estava um pouco nervosa, e por mais que haviam se conhecido na internet, sentia que não havia conectividade entre eles ainda. Logo o garçom chegou com o café, e o casal começou a conversar.
Mesmo sendo bem mais nova que ele, Viviane conseguia manter uma postura de mulher adulta, o que deixou Carlos impressionado. Ficaram na cafeteria durante 2 horas. Conversavam desde assuntos relacionados à política, ao sexo. Cansados de ficarem na cafeteria, estavam loucos para fazerem o que realmente havia sido o motivo do encontro. Ele, como era homem, e mais maduro, foi quem deu o primeiro passo, enchendo a moça de elogios. Logo o casal já estava se beijando, dentro do carro de Carlos, rumo a um motel.
Foram a um motel muito bonito, na saída da cidade. Havia piscina aquecida, polle dance, hidromassagem, e uma cama redonda, enorme, que era rodeada de espelhos. Eles não paravam de se beijar, e Carlos fez um pedido para a moça: queria que ela tirasse sua roupa, como fazia no webcam, numa espécie de strip-tease no polle dance. Então ela ligou o som que havia ao lado da cama, sintonizou numa rádio onde só passava jazz, e começou a dançar. Viviane não parecia ter apenas 19 anos. A moça tinha um corpo maravilhoso, e um jeito de mulher que sabe o que faz. Carlos estava enfeitiçado por ela. A bela dançava vagarosamente, tirando peça por peça, vagarosamente. Cada movimento seu era bastante calculado, tudo com muita sensualidade e ousadia. Ela se despiu completamente.
Nua, Viviane começou a se masturbar diante de Carlos. Ao som de trombone e piano, a moça seduzia o homem, que não agüentou e partiu para cima da moça. Começou a beijá-la violentamente, envolvendo ela por completo em seus braços. Por mais que ele estivesse bastante empolgado, ela adorou aquilo. Sentia-se sua puta, e gemia, gritava e ofegava enquanto ele a beijava, acariciando todo o corpo dela, passando seus dedos grandes e grossos nos mamilos dela, e os penetrando na vagina da moça. Então, ele a arremessou na cama, desabotoou sua calça, sacou seu enorme pênis para fora, que pulsava tamanho era sua empolgação. Debruçou sobre ela, e mandou que ela fizesse sexo oral nele.
Ela fazia aquilo com vontade, engolindo por completo o pênis dele, às vezes se revezando, dando apenas leves lambidas. Enquanto isso, Carlos enfiava seus dedos dentro da vagina da moça, explorando todo o órgão genital dela. Ele lambia levemente, às vezes passando e esfregando sua barba por fazer na vagina dela, na virilha, e pernas. Não conseguindo mais se segurar, ele pegou um preservativo, se lambuzou com sua própria saliva, e penetrou a vagina da moça d’uma vez só! Ela soltou um grito, mas dizia que estava gostando, o chamando de macho safado, e mandando que ele acelerasse o ritmo. Ele metia nela com toda porca que podia, pressionando os seios da moça com sua mão pesada. Ela, ousada, pediu para que ele penetrasse seu ânus, mas avisou que nunca havia feito aquilo antes, então teria que ter cuidado. Empolgado, ele trocou de preservativo, pois vaginas são bastante ácidas e podem irritar o ânus, lubrificou bem seu pênis e o ânus de Viviane, e a colocou para deitar de lado. Abriu as pernas dela, com uma mão, e com a outra as nádegas, encostou seu pênis no ânus da garota, e foi introduzindo vagarosamente...
Embora sentisse muita dor, Viviane queria que ele conseguisse, então por mais que quisesse que ele parasse com aquilo, ela o mandava que continuasse. Assim que a glande do pênis dele entrou, o resto foi fácil. Ele metia levemente, com muito carinho, para que ela sentisse menos dor, e menos desconforto possível. Assim que sentiu que ela já havia se acostumado com essa nova sensação, ele começou a penetrá-la cada vez mais forte e rápido. Envolvendo a moça pela cintura com seus braços fortes e peludos, Carlos metia sem dó em Viviane, beijando-a, e a chamando de vagabunda. Ela estava adorando aquilo! Nunca havia feito sexo anal antes, e resolveu fazer com o melhor. Mesmo penetrando o ânus da moça com seu pênis, ele a penetrava também com seus dedos, mas na vagina da moça, e masturbava-a, enquanto bombava o traseiro dela. Ficaram assim durante alguns minutos, quando finalmente Carlos gozou, seguidos por Viviane que havia chegando ao orgasmo aos gritos! Depois disso, o casal teve um breve relacionamento, mas não durou muito. Logo Viviane iria querer outros pênis bombando em seu mais novo objeto de desejo...

Quebrando o celibato.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

2 comentários  

Religião, algo que a maioria das pessoas tem como base para definir seus pensamentos, virtudes e preconceitos. Desde o início da civilização, antes mesmo do cristianismo, as pessoas crêem em algo, como um ser maior, que deu origem a todas as coisas do universo.
Maria das Graças, é uma mulher já na faixa dos quarenta anos, mãe de 2 filhos, e casado com José, um matrimônio de quase 30 anos. Sempre foi muito recatada, vivendo à sombra do marido. Católica, sempre foi muito religiosa. Passava a maior parte do tempo na igreja, rezando, e ajudando a instituição, como ministrar aulas de catequese, e ate mesmo serviços domésticos, como a limpeza do recinto. Maria sempre teve amizade por todas as devotas da igreja, geralmente formada por mulheres idosas ou de meia idade.
Certo dia, o padre que administrava a paróquia onde Maria frequentava acabou falecendo devido a complicações de câncer de esôfago. Mas logo trataram de arrumar outro padre para ministrar as missas da igreja. Tratava-se de um padre muito bem apessoado, que aparentava ter acabado de entrar na casa dos trinta anos, pele clara, barba por fazer, mas de certa forma muito bem feita, e de um físico aparentemente invejável. Pe. Aurélio como era conhecido, e todos o adoravam. Era bastante atencioso com os fiéis e muito devoto de sua igreja. Embora fosse padre, muitas mulheres, e mesmo alguns homens o achavam bastante sedutor. Seu jeito meigo, seu carinho, e a atenção que dava a todos acabaram conquistando todos os fiéis da igreja.
Maria das Graças era uma das que acabaram se rendendo aos encantos do padre. Assistia a missa observando atentamente aquele homem misterioso, de ar puro, e ao mesmo tempo muito sedutor. Todos iam à missa não por causa da devoção em Deus, mas sim pelos encantos do padre. Maria observava a tudo que o padre fazia, imaginando coisas por muitas vezes pecaminosas, o que fazia com que ela se aproximasse ainda mais da igreja para pedir perdão, mas na verdade tudo não passava de uma desculpa para poder ver o padre mais vezes.
Chegara o dia de todos os fiéis irem ao confessionário, para se livrar de seus pecados e rever seus erros e acertos. Maria havia caprichado no visual. Vestiu um vestido justo, preto, com um generoso decote. O vestido era curto o suficiente para deixar parte de suas pernas à mostra. Calçava um sapato preto de salto que havia ganhado de presente anos atrás, mas que nunca havia usado antes. Ajeitou o cabelo, abusou da maquiagem, e literalmente tomou um banho de perfume. Chegou à igreja, e topou com uma fila enorme. Foi à última a ir ao confessionário. Chagando lá, sentou-se numa poltrona, e ficou frente a frente com o padre, que havia tomado conta de seus pensamentos e desejos. Ela não conseguia pensar em mais nada. Só pensava nele, imaginava a figura daquele homem completamente nu, possuindo por completo seu corpo, e a chamando de sua. Por vezes, se torturava, imaginando quão longe havia chegado, e no pecado que estava cometendo imaginando tal absurdo. Pensava em suas filhas, no seu marido autoritário, e em sua vida, mas nada conseguia tirá-lo de sua cabeça.
Seu corpo tremia ao sentir seu objeto de desejo tão próximo de si. Sentia seu cheiro, observava seus braços, suas mãos, sua boca, seu olhar, sua voz, e o jeito com que ele falava e se expressava. Mal conseguia confessar, pois seu pecado maior se diz respeito ao próprio padre. Ele, percebendo que a mulher estava bastante incomodada, perguntou a ela o que a afligia tanto. Ela simplesmente o olhou fixamente nos olhos, pesou duas vezes, mas não pode se contiver, e logo disparou: “você”! Ele, arregalando os olhos, e bastante curioso, quis saber o que a incomodava tanto em relação a ele. Ela já não conseguinte se segurar falou que o achava bastante atraente, e que embora não quisesse, não conseguia parar de pensar em sua pessoa. Ele, sem reação, apenas lhe falou que não podia sentir tais sentimentos por alguém que havia entregado a alma e o corpo à instituição religiosa, e que tal ato era abominado por Deus. Mas Maria estava tão obcecada por seus desejos e fantasias que mal ouviu o que o padre lhe havia dito, e como que por impulso, levantou-se de sua poltrona, curvou-se a frente dele, e o beijou. Ele tentou resistir, afastando a mulher de si, mas ela estava agindo como que por puro instinto, e logo começou a passar as mãos sobre ele, acariciando seus braços, seu peito, seu ventre, chegando as partes íntimas do sacerdote. Ele tentava relutar, mas a altura da situação já não conseguia mais brigar com a mulher, apenas brigava com ele mesmo, para não se deixar cair na tentação. Mas nada consegue deter o poder da tentação carnal, e o padre acabou cedendo as insinuações da mulher. Apenas ficou parado esperando cada ação dela, que o beijava, e o despia desejosamente.
Ele, já completamente nu, não conseguia esconder seu desejo, e acabou ficando excitado. Ela colocava as mãos dele sobre seus seios, sobre sua vagina, e dizia coisas sujas para ele, algo que nunca havia feito antes. Logo começou a masturbá-lo e a fazer sexo oral no sedutor padre. Nunca havia tido muitas experiências em relação a isso, mas com ele, ela não sentia pudor algum. Lambia, e engolia o pênis do padre por completo, chupando e engolindo seus testículos, enquanto deslizava suas mãos na barriga dele. Ele estava paralisado, e embora estivesse adorando a situação em que se encontrava, não sabia como reagir. Ela o deitou na mesa do confessionário, e subiu por cima dele, sentando no colo do padre, fazendo com que o pênis dele afundasse por completo em sua vagina! Ele soltou um grito, ela começou a gemer enquanto pulava e rebolava por cima do pobre, e assustado padre. Hmmm... Ele nunca havia sentido tanto prazer na vida. Logo a situação tomou conta, e ele já bem mais desinibido, apalpava os seios dela, que saltava sobre ele. Ficaram assim por um bom tempo, quando ela resolveu ficar de quatro, e mandou com que ele a penetrasse forte. Assim o fez, alternando por leves, mas violentas palmadas nas nádegas da mulher. O cheiro de sexo, a energia pecaminosa tomou conta do confessionário, e o pecado carnal invadiu por completo a santidade da igreja.