Como diminuir a dor durante uma relação sexual...
A questão da dor tem sido um caso sério na vida sexual de muitas pessoas. Mas como saber se vai sentir dor? Ou se a dor que se sente, é suportável?
Depende... No caso das mulheres, que não gostam de fazer sexo anal, a dor é sempre mínima. Vários fatores dependem para o agravamento da dor. O tamanho do canal vaginal, alguma infecção, ou mesmo as chamadas “dores psíquicas”, em mulheres que nunca fizeram sexo antes, ou mesmo aquelas que têm algum tipo de trauma em relação a isso. Nesse caso, um bom acompanhamento com um psicólogo resolve.
É sempre aconselhável, as mulheres fazerem exames com um ginecologista. Assim além de prevenir futuras patologias, ela saberá como são os meios para “não sentir dor”. Mas independente disto, o que geralmente conta é a posição sexual! Existem aquelas em que a penetração é muito profunda, o que causa certo desconforto em algumas mulheres, mas conversem com seu parceiro sobre isso, e experimentem sempre novas posições.
Já no sexo anal, a dor é um tanto mais aguda. Afinal, o ânus é uma região do corpo com muitos vasos sanguíneo e extremamente sensível. Pra começar, higiene! Não adianta falar que não, mas sexo anal, se não tomar cuidado pode ser um desastre! Afinal, todos sabem que o ânus é um órgão que serve para expelir, e não receber corpos estranhos. Mas já foi comprovado que o ânus é muito sensível, e que o sexo anal é sim, muito prazeroso! Dicas: Na hora do sexo anal, mantenha-o limpo. Em caso de intoxicação alimentar, não é aconselhável. Em caso de presença de alguma ferida ou coisa do tipo, consulte um médico, e evite praticar sexo anal. Tudo isso define se vá doer ou não. Mas a dica chave é RELAXE! Por mais que possa assustar na primeira vez, tente relaxar, pois assim você não contrai os músculos do ânus, causando menos dor.
Existem ainda produtos que ajudam na penetração, tanto vaginal quanto anal. Lubrificantes, alguns que ajudam a tirar a dor ajudam bastante. Mas não usem produtos que não sejam destinados para esse fim, pois pode ser perigoso!
xoxo
sábado, 10 de abril de 2010
terça-feira, 30 de março de 2010
Alberto é um jovem rapaz de apenas 17 anos, estudante de engenharia mecatrônica numa conceituada universidade de sua cidade. Sempre foi um aluno muito dedicado. Seu desempenho escolar sempre foi acima da media, e seus pais tinham muito orgulho disso. Mas o garoto, em compensação era muito tímido. Nunca teve amigos, vivia sozinho, não saia para lugar algum se não fosse à companhia de seus pais. Na universidade, todos os alunos riam da cara dele, pelo seu jeito estranho, e sua aparência física, afinal ele não era um garoto bonito... Usava aparelho odontológico, era magro, esguio, e uma pele mal tratada recheada de sardas e espinhas.
Quando não estava pensando sobre planejamentos em relação ao seu curso, sua mente se focava em Alice, uma verdadeira líder de torcida. Uma garota que apesar de burra, academicamente falando, era muito esperta. Tinha todos nas palmas de suas mãos. Os garotos a viam como um objeto de desejo, enquanto as garotas a viam como um ícone, copiando seu jeito de vestir e comportar. Mas o jovem rapaz, a via de um modo diferente dos demais. Embora não parava de despi-la mentalmente, ele tinha um tipo de carinho muito grande pela moça, algo como um primeiro amor.
Embora ele gostasse muito dela, a moça estava ocupada demais alimentando seu ego para reparar no esguio rapaz. Conseguir falar com ela era quase impossível para ele, afinal ela era uma espécie de celebridade, enquanto ele não passava de um patinho feio, cujo único momento de atenção que tinha era durante seus demorados seminários sobre física e etc.
Certo dia, Alberto esperava na fila da lanchonete da universidade quando um grupo de rapazes estúpidos esbarrou nele. Embora o pobre rapaz tivesse pedido desculpas, os rapazes, aqueles típicos garotos esportistas cujo único objetivo na vida é contabilizar o numero de garotas que conseguiram levar pra cama, começaram a maltratar o pobre Alberto. O xingaram de feio, coisa esquisita, e mais um monte de palavras impronunciáveis, tamanha ignorância dos marmanjos. Alice estava logo atrás e presenciou a sena. A moça ficou horrorizada com tamanha ignorância e foi falar com Alberto. Ele, muito constrangido, falou que não foi nada, mas ela percebeu o quão arrasado ele estava. O pobre rapaz mal conseguia olhar na cara dela, mantendo sua cabeça sempre baixa. Ela então segurou seu queixo e o puxou para cima, para que pudesse olhá-lo diretamente nos seus olhos. A moça ficou estarrecida ao ver os olhos do pobre rapaz lacrimejando de vergonha, então abriu um doce e amigável sorriso, e o convidou para dar uma volta pelo campus.
Os dois caminharam por todo o campus, falando da vida, sobre os problemas e etc. Alberto ficou maravilhado o quão doce a garota era. Além de linda, era uma menina muito amigável, e humana apesar de parecer egocêntrica e narcisista. Mas logo ele percebeu que o modo que ela se comportava em público, na verdade era uma tática de sobrevivência, e que seu eu verdadeiro, era muito diferente daquilo. Então o sentimento que ele sentia por ela só foi aumentando a cada passo. Ele observava atentamente o modo que ela andava, falava, piscava, gesticulava e etc. Observava principalmente o cheiro. Um cheiro doce, uma essência floral, meio cítrico, bastante doce. No fim, eles trocaram telefones e endereços, e ele ficou de ajudá-la com um projeto de seu curso.
Numa noite de quarta feira, Alberto bateu na porta da casa de Alice para ajudá-la no tal projeto. Estava bastante nervoso, mas feliz, afinal estava tendo uma chance e um momento que nunca sonhou que pudesse acontecer. Ela atendeu a porta com um sorriso no rosto, e o convidou para entrar. Ele ficou estarrecido com a beleza da moça. Vestindo um vestido curtinho, com uma estampa de gatinho, seus cabelos cacheados, soltos sobre o ombro, e aquele cheiro que nunca mais havia de esquecer. Sentaram-se no sofá da sala, e logo ele foi falando sobre o projeto. Enquanto ele falava, ela o observava atentamente, desta vez com outros olhos. Finalmente pode ver que por trás daquela figura estranha e desengonçada um rapaz que na sua essência, era bastante atraente. Educado, gentil, cavalheiro... Uma figura bem distantes dos trogloditas musculosos e exibicionistas que ela costumava flertar.
Passado algum tempo, a moça levada por um impulso inexplicável, aproximou-se do jovem rapaz, e tascou-lhe um beijo. Alberto ficou pasmo, e completamente estarrecido com tudo aquilo. Nunca, sequer, havia beijado uma garota antes, ainda mais uma garota tão bonita quanto Alice. Mas logo seus instintos falaram mais altos, e ele começou a responder as investidas da moça. Beijaram-se durante longos minutos, ate que ela lhe perguntou algo que nunca imaginaria que alguém lhe perguntaria algum dia: “Quer fazer amor comigo?” a soltou, fazendo as pernas de o rapaz tremer tamanho nervosismo e espanto. Ele apenas respondeu que sim, com uma voz bem fraca, e quase nem saindo. Ela sorriu e perguntou a ele se ainda era virgem. Ele respondeu que sequer nem havia beijado alguém antes. Ela espantada, sorriu, acariciou seu rosto, e o chamou de anjo, enquanto retirava seu curioso vestido delicadamente, ate deixar seus seios a mostra. Ela segurou a mão do rapaz, e colocou contra seus seios, enquanto gemia, e subia por cima dele. Alberto mal conseguia se mexer de tão nervoso, mas estava adorando tudo aqui, talvez fosse o momento mais feliz de sua vida. Alice continuou beijando ele, revezando entre sua boca e pescoço, e logo começou a despi-lo também. Ela, debruçando-se por cima dele, o beijava ardentemente, por todo corpo dele. Ele gemia, e respirava ofegante mente. Logo ela começou a acariciar as partes íntimas do rapaz, baixando seu zíper, e logo retirando o pênis do garoto para fora, dando início a um delicioso e carinhoso sexo oral. Ele gemia cada vez mais alto, e colocando as mãos sobre a cabeça da moça, logo revelou seu lado selvagem e sexual nunca antes descoberto. Ela engolia, beijava, e lambuzava o pênis do garoto ao mesmo tempo em que acariciava seus testículos. Continuou assim durante alguns minutos, ate que se levantou. Enquanto ele estava sentado no sofá, ela subiu encima do sofá completamente nua, e de frente para ele, empurrou a cabeça do rapaz em encontro a vagina dela, pedindo para que ele fizesse sexo oral nela também. Ele então, levado por instintos, começou a lambê-la e a penetrar seus dedos na vagina dela, enquanto ela soltava gritinhos de prazer. Logo, ela colocou um preservativo no pênis do garoto, e ele, naquela posição mesmo, deixou que ela sentasse encima dele. Alice rebolava sobre o rapaz, o beijando, enquanto ele respondia aos beijos, revezando entre a boca dela e seus seios, ao mesmo tempo em que estocava forte na vagina dela. É incrível o que o sexo não faz com as pessoas não? Antes um garoto tímido e frágil, agora um garoto forte, atraente, um verdadeiro macho domando sua fêmea, com todo cavalheirismo e carinho que uma mulher merece e sempre sonha. As mãos dele deslizam por todo corpo da moça, a deixando completamente louca. Permaneceram assim durante longos períodos, revezando entre outras posições, carinhos, tornando aquele momento, algo inesquecível na vida de ambos.
segunda-feira, 29 de março de 2010

Em breve estréia novo quadro chamado "Falando de sexo com Babe Gorgeous", onde tirarei dúvidas a respeito do assunto, postarei opiniões, e darei dicas de como deixar sua vida sexual ainda mais agitada, e acima de tudo saudável. Afinal, sexo é arte, saúde e qualidade de vida! Dúvidas e sugestões enviar para hellintentions@gmail.com
segunda-feira, 8 de março de 2010
Muitas pessoas gostam de se aventurar, de buscar novas emoções, mesmo que seja arriscado. Existem dois tipos de aventureiros: aqueles que buscam adrenalina no esporte e aquele que busca em outras coisas mais destrutivas como vícios.
Natália é uma garota de apenas vinte anos. Cabelos castanhos claros, magra, alta, e completamente louca. Adora ir aos festivais de música eletrônica, regada as drogas e muito sexo. Seu passa-tempo preferido é viajar, mesmo que seja sem dinheiro. Ela é tão louca que sai nas estradas pegando carona com quem puder, seja pra qual destino fosse.
Certa tarde de terça feira, durante um feriado, a moça partiu para mais uma de suas inúmeras aventuras. Vestiu uma blusa e uma jaqueta jeans, um short jeans que deixava suas pernas a mostra, e uma bota de vaqueiro, arrumou suas trouxas e pôs os pés na estrada. Bastava ficar apenas uns 10 ou 15 minutos para que logo aparecesse alguém disposto a dar carona. Desta vez um motorista de uma enorme Scania parou, e perguntou a ela para onde estava indo, a moça apenas respondeu que para qualquer lugar, desde que a tirasse dali. Ele sorriu, e abriu a porta para que ela entrasse.
O motorista era aqueles típicos caminhoneiros. Um “gordinho forte”, barbudo, mal vestido, e cheio de tatuagens nos braços. Natália o achou asqueroso a primeira vista, mas logo viu alguma coisa de chamativo nele. Durante a viagem, os dois conversaram sobre tudo, ele a advertiu o quão perigoso é viajar em tais condições e que ela não deveria se arriscar tanto. Ela disse que toda aquela sensação de perigo aumentava ainda mais sua vontade, e que gostava de aventuras. Quilômetros e horas depois já era noite, e ele perguntou a ela aonde queria que a deixasse, pois agora ele ficaria em um posto de gasolina para passar a noite. Ela lhe perguntou se poderia passar a noite com ele em seu caminhão, pois não tinha onde ficar no meio da estrada. Em seguida pararam no posto de gasolina mais próximo. Lá, comeram alguma coisa, e foram dormir. Como não havia espaço suficiente, tiveram de dormir sentados. Passados alguns minutos, o homem já estava dormindo, apesar de estar muito embaraçado com a presença da moça, mas a exaustão era tanta e acabou sucumbindo ao sono. Ao contrário de Natália que permanecia acordada observando aquele homem rústico, mal arrumado, mas que lhe despertou tanto interesse. Seus pensamentos foram a loucuras, e estranhas imaginações fluíram, sonhando estar transando com aquele homem de todas as formas possíveis.
Sem perceber, logo estava com um de seus dedos dentro de sua vagina, se masturbando e imaginando coisas que nunca havia imaginado antes, principalmente com aquele homem, com o qual não era acostumada a ficar ou ter qualquer tipo de relação. Mas não estava conseguindo se contiver, e logo estava passando sua mão levemente sobre o pênis do caminhoneiro, ainda sob suas vestimentas. Ele sentindo que estava sendo tocado acabou acordando, e olhou para ela, perguntando com olhar que atitude era aquela. Ela apenas respondeu olhando-o de volta, e continuando com suas investidas. Ele, como todo homem, deixou que a continuasse, posicionando seus braços enormes e tatuados para trás. A moça então sacou seu pênis para fora da calça e começou a masturbá-lo. Ficou espantada com o tamanho, mas no fundo adorou a surpresa. Em seguida começou a fazer sexo oral nele, enquanto ele colocava uma de suas enormes mãos sobre a cabeça dela, forçando-a a engolir todo o pênis dele. Ele gemia, dizendo palavras ofensivas a moça, que aceitava tudo e ainda dizia mais. A moça deitou-se no banco da cabine do caminhou e mandou que ele tirasse seu short e começasse a fazer sexo oral nela também. Assim ele fez, penetrando seus dedos na vagina da moça, enquanto a lambia toda, deixando-a toda lambuzada. Em seguida deitou-se em cima dela, e começou a roçar e esfregar seu pênis sobre a pequena vagina da moça. Possuída pelo enorme corpo do homem sobre ela, ela se deixou levar pelo prazer, sentindo aquele cheiro forte de macho sobre ela, aqueles pêlos, e todo aquele jeito rústico, mas bastante sexual que tanto mexeu com ela.
Em seguida, ele retira de dentro do porta-luvas da Scania um pacote de preservativos e abriu um. Ele abre a embalagem, veste a camisinha, cospe em seus dedos, e lubrifica bem a vagina da bela moça para em seguida penetrá-la! Ali, entre as pernas torneadas da jovem moça, o caminhoneiro rústico começa a penetrá-la num ritmo que nenhum dos jovens rapazinhos havia feito antes com ela. O homem ficou durante longos minutos torando a pobre moça que gritava e gemia dentro da cabine do caminhão. Em seguida, ele a colocou de quatro, mandou que ela empinasse seu traseiro, lubrificou mais um pouco a vagina dela, e a penetrou de novo. Desta vez ainda mais forte e com mais intensidade. Ele a segurava forte pela cintura, a puxando contra ele, por vezes apalpando os mamilos da moça, e lambuzando a orelha dela. Ela já estava exausta quando ele finalmente gozou, seguido por ela, que terminava masturbando ele enquanto ia ao orgasmo. No dia seguinte, ele a deixou na cidade mais próxima se despediu, e trocaram telefones. Afinal, uma carona como essa não se arruma todos os dias...
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Desde os primórdios da humanidade, nós sempre nos vimos vinculados a certo tipo de grupo. Sejam por diferenças materiais, culturais, e mesmo raças. Mas um fator determinante na história da humanidade é a religião. Durante séculos, a igreja comandava o planeta, transcendendo suas idéias de forma convincente, quase como obrigatório. Leis são aplicadas de acordo com a Bíblia, o mais famoso livro de todos os tempos. Mas seres humanos são feitos de carne, e muitas vezes é difícil e quase impossível respeitar tais leis, tendo em vista que a única punição, pelo menos no mundo ocidental, para infratores é o purgatório, ainda uma incógnita...
Mário é um homem religioso muito respeitado e admirado por sua família. Sempre foi muito religioso, e freqüenta a igreja semanalmente. Ele participa de todas as decisões tomadas dentro da igreja. Ajuda o padre a organizar as paróquias, e mesmo durante o culto religioso, ele gosta de estar à frente de todos os procedimentos tomados.
Passado algum tempo o padre que ocupava o cargo na igreja onde Mário freqüentava foi transferido para outra cidade, e tiveram que substituí-lo. O substituto era um padre recém formado que nunca esteve à frente de um culto antes. Ele era bastante tímido, mas muito educado. Era dono de uma beleza singela, por vezes delicado, e gentil. Calmo, queria saber de todos os detalhes da igreja, e Mário se encarregou do serviço. Ele explicou ao padre como funcionavam todos os procedimentos da igreja. Tudo em relação ao horário, questões financeiras, ações de caridade e etc.
Passado alguns dias, o novo padre já estava familiarizado com sua paróquia. Todos adoravam seus cultos e o admiravam muito. Mário ficou ainda mais próximo de sua religião, inclusive do padre. O convidava constantemente para ir a sua casa, sejam em celebrações religiosas ou mesmo festinhas de família. A esposa dele acabou ficando bastante próxima do sacerdote também, embora não fosse tão ligada a igreja quanto seu marido. A proximação entre os dois ficava maior a cada dia.
Com o passar do tempo Mário não parava de pensar no padre. Era uma sensação estranha que nunca havia sentido por ninguém, nem mesmo por sua esposa por quem era muito próximo. O padre era como um exemplo pra ele, mas mais do que isso... Quando se deu por si, viu que não o tirava de sua cabeça, seus pensamentos já não eram mais focados na igreja, e tudo o que conseguia pensar, e tudo que fazia em prol da igreja era pelo padre!
Chegado o dia da confissão, Mário esperou que todos os fiéis fossem confessar, para que pudesse ser o último. Chegada sua vez, ele entrou no confessionário, sentou-se numa cadeira, e cumprimentou o padre. Separados apenas por vigas de madeira, o padre abriu um doce sorriso, transparecendo leveza e bondade para o fiel. Mário começou a falar primeiro seus problemas bobos e corriqueiros, mas logo a conversa mudou de rumo, mas ele não conseguia expressar o que sentia e acabou se enrolando em meio a suas palavras. O padre percebendo a dificuldade com que ele estava lidando com a situação, pediu para que ele fosse breve e direto. Então, Mário fechou os olhos, e como num impulso impensado disparou falando que acha que estava apaixonado por ele. O padre por sua vez ficou chocado, e visivelmente constrangido e embaraçoso. Nunca passou em sua mente passar por uma situação como essa. Mas logo ele respirou fundo e começou a argumentar palavras bobas e sem sentido numa tentativa fracassada de fazer Mário achar que estava confuso. Mas não havia confusão nenhuma ali. Ele realmente estava atraído pelo padre, e a julgar pelo comportamento do próprio padre, a de se concluir que o próprio também ficou mexido com essa história. Não por estar sentindo alguma coisa por Mário, mas sim pela atração com uma pessoa de mesmo sexo, uma coisa considerada abominável em qualquer instituição ocidental cristã.
Mário já agindo sobre impulsos abriu a janelinha que o separava do padre, envolveu a cabeça dele com suas mãos, e o puxou em direção a ele, começando a beijá-lo ofegante mente. O padre tentou relutar, mas uma indescritível sensação de prazer tomou conta dele, fazendo com que se rendesse aos encantos do fiel. Logo os dois saíram da cabine do confessionário, e fecharam todas as portas e janelas da igreja. Assustados, pensaram várias vezes sobre o que estavam fazendo, mas a vontade os dominou, forçando-os a continuar o beijo ofegante de antes, só que agora suas mãos deslizavam, uma sobre o corpo do outro, descobrindo cada parte do corpo de seu parceiro. Em seguida começaram a se despir, beijando um o corpo do outro, abraçando, acariciando... Apesar da constante sensação de que estavam fazendo coisa que não deveriam, eles continuaram. Lágrimas começaram a surgir nos olhos do padre, se sentindo culpado por seu ato obsceno. Mas tudo era ótimo ao mesmo tempo. Nunca haviam passado por um momento como esse, e talvez esse fosse o momento mais especial na vida de ambos. Mário começou a beijar a barriga do padre, que respirava ofegante e estava bastante nervoso. Logo o fiel colocou sua mão sobre o pênis do padre, que mesmo nervoso pulsava tamanho era sua emoção por estar ali, daquele jeito, e agindo daquela maneira. Então Mário começou a fazer sexo oral no padre, lambendo e engolindo todo o pênis do sacerdote enquanto acariciava os testículos dele com a ponta de seus dedos. O padre gemia, sentindo uma indescritível sensação de prazer que nunca havia sentido antes em toda sua vida.
Depois os dois foram beijando em direção ao altar da igreja, onde Mário colocou o padre deitado sobre o altar, derrubando Bíblia e tudo o que lá continha. O fiel então abriu as pernas do padre, cuspiu em seus dedos e os penetrou no ânus do sacerdote vagarosamente. O padre gemia ao mesmo tempo em que se masturbava curtindo o momento. Em seguida Mário cuspiu em seu pênis, encostou-se ao ânus do seu parceiro, e foi introduzindo vagarosamente e delicadamente todo seu pênis dentro do padre. Logo os movimentos começaram a ficar cada vez mais fortes e mais rápidos, fazendo com que o padre gemesse cada vez mais. Durante o ato, os dois olhavam um nos olhos do outro, trocavam carícias e beijos. E foi ali, diante da estátua de Cristo cravado na cruz, que os dois chegaram ao orgasmo, transformando o templo numa indescritível magia erótica, afinal sexo é de Deus...
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Mesmo nos dias de hoje, onde tudo parece superado em relação ao preconceito, a forma com que a sociedade lida com o diferente ainda é a mesma. É difícil o que já está pregado na sociedade durante séculos, e Cindy segue muito bem a tendência.
Ela é uma moça de classe média alta, com vinte e poucos anos, bonita, loira, e de uma família que sempre teve bons poderes aquisitivos. Sempre foi muito esperta, possui vários amigos, e é uma garota muito popular e sabe como se destacar independente do lugar em que esteja. Aparentemente, é um exemplo de como deve ser uma garota bem sucedida. Mas apesar de transparecer ser alguém perfeito, na verdade a moça escondia uma personalidade bastante preconceituosa, principalmente em relação aos negros. Piadinhas sobre a cor da pele das pessoas sempre eram o foco de assunto em sua roda. Ela sempre evitava falar com alguém negro. Dizia que eram de outras raças e que quando iriam falar com ela, era sempre assalto. Algo bem mesquinho. Visto por esse lado, Cindy mais parecia uma bruxa. De onde viam tanta raiva? Seria algum tipo de trauma? Ou apenas sua verdadeira identidade revelada através de seus atos preconceituosos?
Ela era estudante de veterinária. Depois da aula, sempre ia esperar seu pai buscá-la em frente a um ponto de ônibus perto de sua universidade. Certo dia, seu pai demorou um pouco mais. Sozinha, a pobre moça começou a ficar apavorada pela situação em que vivia. Olhava para todos os lados, observando se alguém vinha em sua direção, e principalmente se eram negros. Logo avistou um homem caminhando em sua direção, mas ao perceber que se tratava de um homem branco, logo Cindy ficou mais calma. Afinal, para ela, assaltantes apenas se resumiam os humanos de cor negra. O homem parou ao lado dela, então aprecia óbvio que só era alguém esperando seu ônibus. Depois de alguns minutos, ele pergunta a ela se tinha horas. Ela retirou seu celular de sua bolsa, e verificou as horas, respondendo a pergunta do desconhecido. Logo, a moça tomou um susto ao ver uma arma de fogo apontada para ela, sendo logo abordada: “É um assalto!” gritava o homem muito nervoso. Ela ficou paralisada com o susto. Como poderia um homem branco, tão bem vestido assaltá-la? Ela entregou-lhe sua bolsa, com todos seus pertences e o homem saiu correndo o mais rápido que pode. Ela ficou no ponto de ônibus aos prantos, quando foi abordada novamente, mas desta vez uma mão pesada foi sentida em seus ombros, e logo ouviu uma voz grave, mas bastante calma perguntando se estaria bem. Ela respondeu que apesar do susto sim, e ao virar-se viu que quem falava com ela, era um rapaz, bem moreno, grande e forte, de uma aparência bem robusta, mas que ostentava um belo sorriso marcado por dentes grandes e brancos.
Os dois caminharam até a casa dele, e uma forte chuva começou a cair. Ele ofereceu seu telefone a ela, para que pudesse ligar para seu pai. Mas o pai dela estava preso em um enorme engarrafamento devido às condições climáticas da cidade. Então, lá estava ela, assustada, sem transporte, e abrigada dentro da casa de gente que ela tanto falou mal. O rapaz veio até ela oferecendo uma xícara de chá. Ela agradeceu e avisou que logo que a chuva terminasse, iria embora. Mas ele avisou que estava tudo bem, e que poderia ficar o quanto quisesse. Logo ele falou para ela que poderia ficar a vontade, que só iria se ausentar por alguns instantes para tomar um banho.
Passados 15 minutos desde que ele se ausentou, Cindy começou a ficar indagada sobre o sumiço do rapaz, então resolveu ir até o banheiro procurá-lo. Chegando lá, a moça viu que a porta estava entreaberta, e muito curiosa, resolveu dar uma olhada. E mesmo não gostando de negros, ao ver aquele rapaz completamente nu, tomando seu banho, a moça começou a ficar bastante atraída pelo rapaz. O corpo dele era forte e bem definido, nada que se encontrasse em seus namoradinhos branquelos. Quanto ao dote do rapaz? Nada que pudesse ver nos caras que geralmente ficava. Era enorme, e de tão negro aparentava ser roxo. Uma estranha sensação de repúdio e forte atração tomaram conta da garota. Não se controlando começou a espiar o rapaz, que ao perceber a presença dela, começou a se exibir. Ele pegava em seu pênis como se estivesse exibindo um troféu, e depois começou a se masturbar. Ela, mesmo assustada estava achando tudo bastante erótico. Uma situação inusitada que nunca havia passado antes. Observando aquele órgão masculino cada vez ficando mais, Cindy tirou sua roupa e entrou completamente nua no banheiro. Ele apenas sorriu, abriu a porta do box e convidou-a para entrar. De baixo da água quente o casal começou a se beijar ardentemente. Aquele contraste de cor, de traços, tudo a excitava cada vez mais. Ela a abraçava enquanto roçava seu enorme pênis sobre o corpo da bela caucasiana. Posicionando ela de costas a ele, o moreno começa a fazer sexo oral nela. Penetrava-a com seus dedos grandes e grossos, enquanto ela gemia ao som da água caindo no chão. Ela logo agarra o pênis do rapaz e começa a fazer sexo oral nele também. Fez com tanta euforia, que nunca havia feito assim antes. Com nenhum de seus namoradinhos brancos. Ela engolia, lambia, e cuspia completamente desinibida. Como se estivesse possuída por alguma força de fora. Depois, empinando seu quadril para cima mandou que ele a penetrasse forte e possuísse por completo seu corpo. Assim ele fez, agarrando a garota pela cintura, enquanto a penetrava, em movimentos rápidos que chegavam a ser brutais. Ela gritava e gemia implorando por mais. Depois de alguns instantes os dois chegaram ao orgasmo aos gritos. E foi nesse momento que tudo se esclareceu para ela. Na verdade ela não tinha preconceito porque odiava negros, mas sim porque os achavam bastante atraentes e seu orgulho nunca havia permitido que enxergasse isso. No fim da história, com o assalto Cindy aprendeu uma valiosa lição: é com as diferenças que tudo fica mais divertido, e mais gostoso também...


