Mesmo com a insistência no dia a dia de provar para os outros e para nós mesmo que seguimos as regras com um padrão já pré-determinado, todos nós nos sentimos tentados a fazer algo que quebre essa regra. Mesmo naquela situação em que há uma fina voz de fundo, sempre sussurrando na tua cabeça para não fazer tal “coisa”, mas por ironia do destino, quase sempre, nunca acabamos ouvindo tal voz.
Lívia é uma típica garota que sempre viveu em função das regras burocráticas da vida. Ótima estudante, dedicada, uma profissional exemplar. A moça é um exemplo de sucesso profissional e pessoal. Tem uma ótima família, e um namorado que “a ama” além de muito bem apessoado, fisicamente e financeiramente. Mas mesmo quando tudo anda na linha, sempre temos nosso “inferninho particular” para nos atazanar.
Ela escondia a sete chaves seus segredos mais sórdidos, entre eles, ter uma relação sexual durante um assalto... Dá pra acreditar? A pobre moça sempre desejou por adrenalinas mais fortes, que tivessem algum sentido para ela, então certo dia, Lívia pegou seu carro logo depois de seu expediente, e seguiu para uma zona pobre e bastante violenta de sua cidade. Por incrível que pareça, seu plano parecia até insanidade, pois ela foi até lá, justamente para ser assaltada, como que se quisesse realmente passar por aquilo.
Ficou circulando pelas ruas do bairro, indo de boca em boca, procurando por algum sinal de perigo, quando de repente, quando parou o carro no sinal vermelho, ela sentiu alguém se aproximando, e quase como instantaneamente um cara apareceu em sua janela e disse: “passe a bolsa!”. Ela nem sequer ficou nervosa, já estava esperando por isso, então calmamente, Lívia disse a ele que lucraria muito mais que a bolsa se quisesse. Ele por sua vez, ficou espantado com a calma da moça, mas viu que ela não estava brincando, e perguntou que tipo de lucro teria. Ela simplesmente desabotoou alguns botões de sua blusa, e deixou um decote generoso a mostra. O marginal logo cresceu o olho, abriu um sorriso vigarista e perguntou do que ela tava afim. Ela disse que queria ser abusada de tal forma que nunca fora antes, e o convidou para entrar em seu carro.
Já dentro do carro, ele começou a beijá-la e a forçá-la como numa verdadeira sena de estupro! Ela assustada tentava conte-lo, mas ao mesmo tempo estava gozando com tudo isso. O marginal estava em êxtase! Nunca houvera uma mulher como essa disposta a “servi-lo” de tal forma. Suas mãos mal tratadas deslizavam sobre o corpo da moça, desnudando-a e sentindo-a, enquanto tirava seus próprios vértices. Ele então a forçou a fazer sexo oral nele. Lívia começou a engolir seu pênis sendo forçada pela mão do marginal em sua cabeça que a empurrava contra ele. Ele gemia e a chamava de puta, enquanto ela continuava a chupá-lo revezando-se entre o pênis dele e seus testículos. O homem a deitou em seguida, abriu suas pernas, e com um só golpe a penetrou tão forte que a fez gritar. A moça ainda estava assustava com tamanha violência, mas era justamente isso que ela queria. Ela a penetrava fortemente enquanto lábia os seios dela, e pressionava-os com suas mãos calejadas.
Querendo mais adrenalina, Lívia exigiu que ele a mostrasse sua arma de fogo! Ele então sacou o revólver calibre 33 e mostrou a ela, e disse: “Tu gostas disso né? É disso que tu gostas vagabunda?”, então ele enfiou o cano da arma na boca dela, e ordenou que ela chupasse como fazia com o pênis dele. Ela apenas sorriu e começou a lamber e engolir a arma, como se aquilo realmente a deixasse feliz, a deixasse excitada...
Ele continuava a penetrá-la, mas interrompeu perguntando se não poderiam fazer sexo anal. Ela não respondeu nada, apenas ficou de gostas, e levantou seu quadril, se entregando para o assaltante. Ele estava extremamente excitado e empolgado com a moça, e como da outra vez, a penetrou sem dó! Num só golpe ele a penetrou profundamente, Lívia gritava e gemia pedindo por mais e o chamando de “marginal imundo”. Eles continuaram neste ritmo durante alguns minutos, quando ele finalmente resolveu gozar na boca dela. Ela engoliu tudo, enquanto ele terminava penetrando-a com os dedos para que ela também gozasse. Depois que terminou, o marginal resolveu poupá-la materialmente, já que fisicamente, ele havia massacrado ela, literalmente.
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
terça-feira, 5 de julho de 2011
O herpes é uma doença viral recorrente, geralmente benigna, causada pelos vírus Herpes simplex 1 e 2, que afeta principalmente a mucosa da boca ou região genital, mas pode causar graves complicações neurológicas. Traz muitos incômodos, não tem cura, mas alguns remédios podem ser utilizados para diminuir os sintomas.
Em alguns países, especialmente pobres, 90% das pessoas têm anticorpos contra o HSV1, ainda que possam não ter tido sintomas. Um quinto dos adultos terá herpes genital, incluindo a Europa e os EUA.
O herpes oral, particularmente se causado por HSV1, é uma doença primariamente da infância, transmitida pelo contato direto e pela saliva. O herpes genital é transmitido pela via sexual.Após infecção da mucosa, o vírus multiplica-se produzindo os característicos exantemas (manchas vermelhas inflamatórias) e vesículas (bolhas) dolorosas (causadas talvez mais pela resposta destrutiva necessária do sistema imunitário à invasão). As vesículas contêm líquido muito rico em vírus e a sua ruptura junto à mucosa de outro indivíduo é uma forma de transmissão (contudo também existe vírus nas secreções vaginais e do pênis ou na saliva). Elas desaparecem e reaparecem sem deixar quaisquer marcas ou cicatrizes. É possível que ambos os vírus e ambas as formas coexistam num só indivíduo.
Na maior parte dos casos o simples exame clínico permite ao médico diagnosticar o herpes. Em casos mais complexos ou menos evidentes o vírus é recolhido de pústulas e cultivado em meios com células vivas de animais. A observação pelo microscópio destas culturas revela inclusões virais típicas nas células. Na encefalite viral pode ser necessário obter amostras por biópsia.
Não há tratamento definitivo, embora alguns fármacos possam reduzir os sintomas e o risco de complicações.
É possível reduzir o risco a contaminação evitando-se o contacto direto com indivíduos infectados e com objetos utilizados por estes.
quinta-feira, 2 de junho de 2011

Geralmente não posto nada do tipo aqui, mas resolvi abrir uma excessão. Vejo que o mundo finalmente caminha para uma boa direção, mas ainda fico indignado com certas atitudes ideológicas ultrapassadas, nojentas, e extremamente ignorantes por parte de algumas pessoas que INFELIZMENTE ainda habitam este mundo.
Quando finalmente é feito justiça neste país, como a lei PL 122, que é uma lei voltada a garantir a integridade moral do cidadão considerado diferente dos "padrões" de nossa sociedade HIPÓCRITA, vem um monte de gente que se diz "cristãos" fazer protestos CONTRA?!
É engraçado né... Segundo os "cristãos" Deus não aceita relações homoafetivas. Então por qual motivo homossexuais devem aceitar este Deus? Porque "Deus é amor"? Que amor é esse que não eceita diferenças? O amor de Deus tem um padrão pré determinado?
É inadmissível que em pleno século XXI ainda há pessoas que ousam usar o nome de Deus para esconder seus reais preconceitos, ou seria melhor dizer CARÁTER?
Respeito, dignidade, integridade moral e física é direito de qualquer ser vivo! Seja ele heterossexual, homossexual, caucasiano, negro, mulher, homem, idoso, E CRISTÃOS...
domingo, 15 de maio de 2011

Saiba mais sobre o famoso Viagra...
Medicamento pioneiro na moderna terapêutica da disfunção eréctil masculina. Parte do processo fisiológico da ereção envolve o sistema nervoso parassimpático causando a liberação de óxido nítrico (NO) no corpo cavernoso do pênis. O NO se liga aos receptores da enzima guanilato ciclase o que resulta em níveis aumentados de guanosina monofosfato cíclico (GMPc), induzindo a musculatura lisa do corpo cavernoso ao relaxamento (causando vasodilatação), resultando num influxo maior de sangue, que é a causa da ereção.
Assim como todas as drogas prescritas, a dosagem adequada está descrita na receita médica.Pílulas de viagra são azuis e possuem uma forma losangular com as palavras "Pfizer" em um dos lados, e "VGR xx" (xx referindo-se ao número "25", "50" ou "100", a dose da pílula em miligramas) do outro.
As contra-indicações incluem:
-Quando administrado junto com medicamentos que doem óxido nítrico, nitritos e nitratos orgânicos, como a nitroglicerina (trinitrato de glicerina), nitroprussiato de sódio, nitrito de amila.
-Em homens para os quais a relação sexual não é recomendável devido aos fatores de risco cardiovascular.
-Insuficiência hepática severa (função do fígado diminuída.
-Insuficiência renal severa.
-Hipotensão (baixa pressão sanguínea).
-Pessoas que sofreram um AVC recentemente ou ataque cardíaco.
-Desordens retinais degenerativas hereditárias (incluindo desordens genéticas das fosfodiesterases retinais).
Efeitos Colaterais:
-Se a erecção durar mais de 4 horas contínuas, pode surgir priapismo – uma condição dolorosa que, sem tratamento médico imediato, pode levar a danos irreversíveis.
-Torna mais provável o enfarte do miocárdio e o AVC.
-Dores de cabeça.
-Palpitações.
-Distúrbios visuais.
-Arritmias cardíacas.
sábado, 2 de abril de 2011
I love this video. Music is amazing!
Amei o vídeo, espero que gostem.
Artista: Café Del Mar
Musica: Desire
quarta-feira, 16 de março de 2011

O que é pedofilia?
É a perversão sexual,na qual a atração sexual de um indivíduo adulto ou adolescente está dirigida primariamente para crianças pré-púberes(ou seja, antes da idade em que a criança entra na puberdade) ou no início da puberdade.
Segundo o critério da OMS, adolescentes de 16 ou 17 anos também podem ser classificados como pedófilos, se eles tiverem uma preferência sexual persistente ou predominante por crianças pré-púberes pelo menos cinco anos mais novas do que eles!
A pedofilia é classificada como uma desordem mental e de personalidade do adulto, e também como um desvio sexual, pela Organização Mundial de Saúde.Os atos sexuais entre adultos e crianças abaixo da idade de consentimento (resultantes em coito ou não) é um crime na legislação de inúmeros países. Em alguns países, o assédio sexual a tais crianças, por meio da Internet, também constitui crime. Outras práticas correlatas, como divulgar a pornografia infantil ou fazer sua apologia, também configuram atos ilícitos classificados por muitos países como crime.
Diagnóstico:
1. Por um período de ao menos seis meses, a pessoa possui intensa atração sexual, fantasias sexuais ou outros comportamentos de caráter sexual por pessoas menores de 12 anos de idade ou que ainda não tenham entrado na puberdade.
2. A pessoa decide por realizar seus desejos, seu comportamento é afetado por seus desejos, e/ou tais desejos causam estresse ou dificuldades intra e/ou interpessoais.
3. A pessoa possui mais do que 12 anos de idade e é no mínimo 5 anos mais velha do que a criança. Este critério não se aplica a indivíduos com 12-13 anos de idade ou mais, envolvidos em um relacionamento amoroso (namoro) com um indivíduo entre 17 e 20 anos de idade ou mais. Haja vista que nesta faixa etária sempre aconteceram e geralmente acontecem diversos relacionamentos entre adolescentes e adultos de idades diferentes. Namoro entre adolescentes e adultos não é considerado pedofilia por especialistas no assunto. (Exemplo: O namoro entre uma adolescente de 14 anos e um jovem de 18 anos).
A causa ou causas da pedofilia são desconhecidas.Pensava-se que o histórico de abuso sexual na infância era um forte fator de risco, mas pesquisas recentes não encontraram relação causal, uma vez que a grande maioria das crianças que sofrem abusos não se tornam infratores quando adultos, nem tampouco a maioria dos infratores adultos relatam terem sofrido abuso sexual. O "US Government Accountability Office" concluiu que "a existência de um ciclo de abuso sexual não foi estabelecida." Antes de 1996, havia uma crença generalizada na teoria do "ciclo de violência", porque a maioria das pesquisas feitas eram retrospectivas e baseadas em um grupo pré-definido (Cross-sectional study) — os infratores eram questionados se teriam sofrido abusos no passado. A maioria desses estudos descobriu que a maioria dos adultos infratores relataram não terem sofrido qualquer tipo de abuso durante a infância, mas os estudos variam quanto as estimativas percentuais de infratores com histórico de abusos em relação ao total de infratores, de 0 a 79 por cento. Pesquisa mais recentes, de caráter prospectivo longitudinal, estudando crianças com casos documentados de abuso sexual ao longo de certo período a fim de determinar que percentagem delas se tornaria infratora, tem demonstrado que a teoria do ciclo de violência não constitui uma explicação satisfatória para o comportamento pedófilo.
Numerosas técnicas voltadas para o tratamento da pedofilia tem sido desenvolvidas. Muitos vêm a pedofilia como altamente resistente contra interferência psicológica, e acreditam que tratamentos e estratégias reparativas são ineficientes. Outros, tais como o Dr. Fred Berlin, acreditam que a pedofilia poderia ser claramente mais bem tratada com êxito se a comunidade médica desse mais atenção ao tema. Porém, a taxa de casos muito bem-sucedidos de tratamento é muito baixa.
domingo, 13 de fevereiro de 2011

Mesmo que nossas vidas sigam sempre um determinado padrão de morais, certas pessoas persistem no erro. Alexandre é um desses. Não passa de um playboy ridículo, que não faz absolutamente nada da vida, com exceto ir a bares com amigos, dirigir embriagado pela cidade, e mexer com todo mundo que encontra em seu caminho.
Certa noite, ele e seus amiguinhos inseparáveis, apostavam corrida numa avenida quando tragicamente o automóvel pilotado por Alexandre atropelou um homem completamente embriagado que caminhava pela avenida desgovernadamente. Foi um desastre! A Vítima faleceu poucos minutos depois do acidente, o que fez Alexandre parar na cadeia!
Ele estava desesperado! Nunca havia passado por tal situação como essa. Estava com medo, e se sentindo bastante inseguro. Seu advogado tentou um Habeas-Corpus, mas sem sucesso, e ele teve que passar as noites na cadeia.
As duas primeiras noites foram um verdadeiro inferno para o rapaz, mas nada se compara com o que irá acontecer na terceira noite... Bom, pode ser ruim ou bom, depende do ponto de vista... Rs.
Ele estava lá, tentando dormir numa cama improvisada da cela, quando percebeu certa atenção dos outros detentos por sua pessoa. Então, virou-se e viu um deles, um negro alto, magro, com dentes deteriorados e um olhar demoníaco olhando fixamente para ele, então o homem lhe disse:
- Tú ta aqui porquê rapá? Tú matou um cara na rua né? Playboy desgraçado!
Alexandre, assustando disse:
- Não é nada disso que tu acha, me deixe em paz!
Mas é claro que o pedido não foi atendido, apenas serviu de motivo para o que viria a seguir. Implicados com o pobre rapaz eles o cercaram, e começaram a ameaçá-lo dizendo que ele seria a “putinha” da noite. Alexandre gritava por socorro, mas como todo presídio brasileiro, segurança é algo inexistente!
Então juntaram seis homens, cada um com uma cara pior que a outra, olhares que denunciavam uma vida sofrida e muito violenta. Mas mesmo com toda essa energia negra em torno dos presidiários, há algo inexplicavelmente sexy em tudo isso. Imagine você, sendo dominado por seis homens fortes, violentos, brutos, e corpos marcados por trabalho físico? Hmmm...
Eles riam ao mesmo tempo em que esfregavam seus órgãos genitais na cara de Alexandre que desesperado não fazia outra coisa a mais do que chorar. Eles o mandaram “chupar”, e faziam ameaças constantes. Então um deles abriu as pernas do pobre rapaz e começou a penetrá-lo. Alexandre gritava de dor e desespero, mas isso apenas deixava os prisioneiros ainda mais excitados. Ele era penetrado sem dó nem piedade, enquanto tinha que suportar cinco pênis em sua cara, boca, e todo seu corpo. Embora na hora, fosse tudo muito assustador, no fundo Alexandre passara por uma experiência que nunca imaginaria passar na vida. Todos os detentos se revezavam para fazer de Alexandre sua “putinha”. O ofendia com palavras sórdidas, e o violentava brutalmente. Eles nunca havia sentido tamanha dor antes, mas sua dor era levemente ofuscada por uma estranha sensação de prazer que ele sentia no momento. Os presidiários perceberam isso, e os incentivou a tratar o pobre garoto com mais carinho. Então Alexandre relaxou e apenas curtiu o momento, se vendo reservado por eles, que o penetrava, o beijava, e enfiava seus pênis em sua boca, cada um brigando pelo seu espaço, como um grupo de abutres devorando uma carcaça. Abusado e violentado, o pobre rapaz nunca mais se recuperou dessa experiência. Perdeu sua habilitação, e a única coisa que o resta, é relembrar toda essa loucura em suas memórias mais sórdidas...

